quinta-feira, 25 de outubro de 2018

Sugestões fim de semana

27 de outubro - Lançamento do livro Watchers (Branco vs. Vermelho)

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Uma história, dois finais. A edição "vermelha" e a edição "branca". O leitor é que escolhe. Ou vem dia 27 às 16h ao Lançamento do novo novo álbum "WATCHERS" (ASA BD), de Luis Louro ou... perde mais uma aventura insólita que é um retrato do estado da nossa sociedade e uma reflexão sobre as nossas prioridades.

Lançamento do livro WATCHERS (Branco vs. Vermelho), com o autor Luís Louro e apresentação de Rui Zink. Editora Asa/Leya.


28 de outubro - Leituras de Inverno


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“HISTÓRIA DO CERCO DE LISBOA” DE JOSÉ SARAMAGO
28 OUT, 2 DEZ, 6 JAN (2019) e 3 FEV (2019) | 16.00 
Gratuito mediante inscrição | info@castelodesaojorge.pt | +351 218 800 620
Encontro junto da estátua de D. Afonso Henriques 

FUNDAÇÃO JOSÉ SARAMAGO

Uma leitura viva da obra ‘História do cerco de Lisboa’, de José Saramago. 
“Um revisor é uma pessoa séria no seu trabalho, não joga, não é prestidigitador, respeita o que está estabelecido em gramáticas e prontuários, guia-se pelas regras e não as modifica, (...) muito menos porá um não onde o autor escreveu sim, este revisor não o fará.” Raimundo Silva, enclausurado na sua rotina, na sua disciplina, na sua revolta branda contra as imprecisões, atreve-se, “em plena consciência”, a acrescentar uma palavra a um livro que pretende ser um documento histórico. Um 'não' que não ousa mudar a frase ou sequer o livro: ousa mudar a História. 
“Assim está escrito e portanto passou a ser verdade, ainda que diferente, o que chamamos falso prevaleceu sobre o que chamamos verdadeiro, tomou o seu lugar, alguém teria de vir contar a história nova, e como.” 
A proposta é extrair do texto o arco narrativo, compactando-o em 45 minutos de leitura corrida, minimizando as feridas da omissão. Num texto que vive em dois tempos paralelos, a História dentro de uma história, esta releitura foca-se na linha contemporânea, no ímpeto 
de um revisor que reescreve o passado numa palavra. 
“Então vai-se ao tempo que passou, que só ele é verdadeiramente tempo, e tenta-se reconstruir o momento que não soubemos reconhecer, que passava enquanto reconstruíamos outro, e assim por diante, momento após momento.” 

Pedro Lamares 

Fotografia de Vitorino Coragem


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