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terça-feira, 26 de junho de 2018

O Ano da Morte de Ricardo Reis

Para quem ainda não teve oportunidade:

A fechar o primeiro ano de apresentações de «O Ano da Morte de Ricardo Reis» no Palácio de Mafra, o Grupo Éter vem à Fundação José Saramago apresentar o espetáculo que parte do romance de José Saramago.
A apresentação será no dia 27 de junho, quarta-feira, pelas 18h30. Bilhete a 8,00 €, disponíveis na Fundação José Saramago – Casa dos Bicos.

Mais informações:
Classificação etária: Maiores de 12 anos
Duração aproximada: 90 minutos
SINOPSE
No espetáculo “O Ano da Morte de Ricardo Reis” tem lugar de destaque a personagem Saramago, ora como autor, ora como narrador. Neste sentido, evidencia-se como ficção sobre ficção sobre ficção: ficção de Saramago sobre Ricardo Reis, este por sua vez um ser de ficção construído por Pessoa. O que pensará Saramago sobre Ricardo Reis?
Um labirinto de palavras, imagens e representações que espelham Portugal entre a primeira e a segunda guerras mundiais, bem como a visão de José Saramago sobre Ricardo Reis.
FICHA TÉCNICA E ARTÍSTICA
Texto: José Saramago;
Adaptação Dramatúrgica: Filomena Oliveira e Miguel Real;
Encenação: Filomena Oliveira;
Música Original e Orgânica Sonora: David Martins;
Interpretação:
(Saramago) Hugo Bettencourt ou António Mortágua;
(Pessoa) Miguel Mendes;
(Ricardo Reis) Rogério Jacques;
(Lídia) Leonor Cabral ou Suzana Branco;
(Marcenda) Sara Rio Frio;
Vídeo: Barnabé Freixo
Operação Técnica: David Martins, Nuno Gomes, Barnabé Freixo ou Pedro Florentino
Design: Rafael Galhardas
Produção: ÉTER – Produção Cultural​

quarta-feira, 24 de maio de 2017

«Cem Anos de Solidão» – Nos 50 anos da publicação da 1.ª edição

"Quando se assinalam 50 anos sobre a publicação da 1.ª edição de «Cem Anos de Solidão», de Gabriel García Márquez, a Casa da América Latina e a Fundação José Saramago, em parceria com a TSF – Rádio Notícias, organizam duas sessões para celebrar a genialidade do Prémio Nobel colombiano:
—
Casa da América Latina
Leituras de fragmentos de «Cem Anos de Solidão»
30 de maio, 18h30
Com a presença de André Cunha, Carmenza Jaramillo, Debora Merali, Isabel Araújo Branco, Luisa Mellid Franco, Manuel Alberto Valente e Pilar del Río"


 

quarta-feira, 10 de maio de 2017

Concerto Hill’s Union no auditório da FJS

"Mais de 100 anos passados sobre a sua morte, Joe Hill mantém-se como uma figura central do sindicalismo revolucionário, um agitador e organizador cujas palavras e canções lançaram as sementes para o aparecimento de artistas progressistas como Pete Seeger, Woody Guthrie, Bob Dylan, Malvina Reynolds ou Florence Reece.
Retomar as canções de Joe Hill faz todo o sentido porque em quase todas as suas frases encontramos paralelo nos nossos dias.
O projecto Hill’s Union é mais do que um mero tributo, é um ponto de partida para novas abordagens às canções de Hill, para novos temas, ligados à vida, ao nosso dia a dia, à nossa realidade."

Entrada: 3 €

terça-feira, 9 de maio de 2017

Conversa «Por que Machado de Assis é um clássico?»

"No dia 9 de maio, pelas 18h30, Sonia Netto Salomão (Catedrática de Língua e Literatura Portuguesa e Brasileira pela Universidade de Roma 1) e Anabela Mota Ribeiro (jornalista e autora do livro A Flor Amarela – Ímpeto e Melancolia em Machado de Assis) conversarão no auditório da Fundação José Saramago sobre a importância da obra de Machado de Assis.

A sessão, que terá moderação do escritor e editor Filinto Silva, é uma iniciativa da Missão do Brasil Junto à CPLP, do Instituto Camões e da Fundação José Saramago.
A entrada é livre, sujeita à lotação da sala." in: https://www.josesaramago.org/0905-conversa-machado-assis-um-classico/

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Coro de Câmara Lisboa Cantat apresenta-se em frente à FJS


Fundação José Saramago (FJS) convida para a cerimónia de inauguração da nova iluminação da fachada da Casa dos Bicos e de abertura do piso zero que decorrerá nesta segunda-feira, dia 14, às 22h.
Após a ligação da nova iluminação e da intervenção de representantes da Câmara de Lisboa, da FJS e da Fundação Endesa, o Coro de Câmara Lisboa Cantat apresentar-se-á nas escadarias de acesso da Casa. Os temas a serem interpretados serão:

Três Conjuros
Contra os maus encontros
Contra os maridos transviados
Contra as trovoadas

Duas canções regionais portuguesas
Canta, camarada canta (Beira Alta, letra adaptada)
Os homens que vão p’rá Guerra (Douro Litoral)

Duas canções heróicas
Acordai (José Gomes Ferreira)
Acorda meu povo (Maria da Purificação)

Na sequência, o piso zero da Casa dos Bicos, que guarda restos arqueológicos de diversos períodos históricos, será aberto ao público.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Nuno Júdice recebe hoje em Madrid Prémio Rainha Sofia de Poesia Iberoamericana

Hoje é um dia de festa para a poesia portuguesa. Nuno Júdice recebe ao fim da tarde, no Palácio Real de Madrid, o Prémio Rainha Sofia de Poesia Iberoamericana, o maior galardão da poesia do universo das letras de língua portuguesa e espanhola.

Este prémio foi instituído em 1992 pela Universidade de Salamanca e pelo Património Nacional de Espanha com o objetivo de distinguir o conjunto da obra poética de um autor vivo que, pelo seu valor literário, constitua uma contribuição relevante para o património cultural comum ao universo iberoamericano.
Nuno Júdice, que é curador da Fundação José Saramago, junta-se assim a um grupo de poetas de exceção, entre os quais Sophia de Mello Breyner, João Cabral de Melo Neto, José Hierro, Álvaro Mutis, Mario Benedetti e o galardoado do ano passado, Ernesto Cardenal.
Na cerimónia usarão da palavra José Rodríguez-Spiteri, presidente do Patrimonio Nacional, Daniel Hernández Ruipérez, reitor da Universidade de Salamanca. Esther Martínez Quinteiro lerá a ata do júri e Nuno Júdice vai fazer uma alocução de cerca de 15 minutos. O poeta Jaime Siles fará uma evocação do poeta colombiano Alvaro Mutis, que morreu aos 90 anos no passado dia 23 de setembro.
O júri do Prémio foi constituído por 18 personalidades iberoamericanas das áreas da filologia, da literatura e do ensaio literário, que elogiou a poesia muito elaborada, de um classicismo depurado e com um grande compromisso com a realidade de Nuno Júdice.
Nuno Júdice, 64 anos, nascido na Mexilhoeira Grande (Algarve) acaba de publicar um novo livro de poesia, "Navegação de acaso". "A Noção do poema e o pavão sonoro" dfoi o priemiro livro que lançou, em 1972, e desde então já se seguiram outros 30 volumes. É também autor de iobras de ensaio, teatro e ficção, tendo publicado ja em 2013 "Implosão", uma crítica à situação atual do país.
Além do universo hispânico, está traduzido em Itália, Reino Unido e França.
Formado em Filologia Românica pela Universidade Clássica de Lisboa, é professor associado da Universidade Nova de Lisboa, onde se doutorou em 1989.
Entre 1997 e 2004, foi conselheiro cultural e director do Instituto Camões em Paris. Até 1999, dirigiu a revista Tabacaria, da Casa Fernando Pessoa. Em 2009, assumiu a direcção da revista Colóquio/Letras da Fundação Calouste Gulbenkian.
O escritor recebeu vários prémios literários, nomeadamente o Prémio Pen Clube, em 1985, o Dom Dinis, em 1990, o da Associação Portuguesa de Escritores, em 1995, e o Prémio Fernando Namora, em 2004.