Mostrar mensagens com a etiqueta Centro Nacional de Cultura. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Centro Nacional de Cultura. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

LIVROS DE 2018 -CNC

Como habitualmente o CNC escolhe os Livros do Ano, sempre esperados ansiosamente…

ROMANCE«A Última Porta Antes da Noite» - António Lobo Antunes (D. Quixote).
«Princípio de Karenina» - Afonso Cruz (Companhia das Letras).
«Memórias Secretas» - Mário Cláudio (D. Quixote).
«Ensina-me a Voar sobre os Telhados» - João Tordo (C. das Letras).
«O Invisível» - Rui Lage (Gradiva).
«Luanda, Lisboa, Paraíso) – Djaimilia Pereira de Almeida (C. das Letras).
«O Fiel Defunto» - Germano Almeida (Caminho).
«Sua Excelência, De Corpo Presente» - Pepetela (D. Quixote).
«Obra Completa» – I a III – Maria Judite de Carvalho (Minotauro).

POESIA«Obra Poética – I» - António Ramos Rosa (Assírio e Alvim).
«Estranhezas» - Maria Teresa Horta (D. Quixote).
MEMÓRIAS«Aperto Libro (Páginas do Diário- I – 1977-1990)» - Eugénio Lisboa (Opera Omnia).
ENSAIO«O Algarve Económico Durante o Século XVI» - Joaquim Romero Magalhães (Sul, Sol, Sal).
«O Século dos Prodígios – A Ciência no Portugal da Expansão» - Onésimo Teotónio de Almeida (Quetzal).
TRADUÇÕES«Berta Isla» - Javier Marias (Alfaguara).
«Aos Ombros de Gigantes» - Umberto Eco (Gradiva).
«Pensamentos» - Giacomo Leopardi (Edições do Saguão).
«Escolha Coletiva e Bem-Estar Social» - Amartya Sen (Almedina).
«Onde Estamos? Uma Outra Visão da História Humana» - Emmanuel Todd (Temas e Debates – Círculo de Leitores).

quinta-feira, 8 de março de 2018

EVOCAR HELENA VAZ DA SILVA NO DIA INTERNACIONAL DA MULHER

Neste Dia da Mulher partilhamos reflexões de Helena Vaz da Silva (1939-2002), Presidente do CNC entre 1978 e 2002
(…) “A maior conquista das mulheres é que o princípio da igualdade esteja hoje, nas sociedades democráticas ocidentais, consagrado ao nível das leis e das instituições. Valeu a pena o esforço de todas as pioneiras que lutaram pelos “direitos das mulheres”, valeu até a pena o desvio folclórico de algum feminismo exacerbado - que, confesso, nunca partilhei. As grandes conferências da ONU, do Cairo e de Pequim foram pontas do iceberg de um longo combate individual e colectivo que está a dar os seus frutos. O próprio termo “direitos das mulheres” já pertence ao passado. A luta não é mais por um lugar ao sol, mas pela paridade na diferença.
A batalha institucional na Europa já está quase ganha - Livros Verdes, Directivas, Regulamentos e programas de Acção Comunitários consagram a igualdade de oportunidades que é afinal a única igualdade que interessa. Consagra-se o conceito de “mainstreaming” que quer dizer tirar o combate das mulheres do “ghetto” e fazer dessa igualdade um objectivo em todas as políticas sectoriais. … Falta ganhar a batalha da sociedade, a batalha das mentalidades. Essa passa por um conceito de responsabilidade partilhada na vida doméstica e familiar, pela igualdade de acesso aos postos de decisão, por um estatuto de independência da mulher em matéria financeira e fiscal, pela efectiva punição da violência doméstica e da discriminação baseada no sexo. Muita coisa pode estar na lei mas, se não tiver entrado nas cabeças, não passa à prática”
- Resposta de HVS a inquérito do jornal Público, em outubro de 1998

(…) “Acho que as mulheres tendem a dominar aquilo em que se metem. Não sendo a cultura tradicionalmente uma área de poder, os homens terão deixado aí, talvez por isso, campo livre às mulheres. Mas agora começa a sê-lo. Começa-se a perceber, no novo milénio, que é pela cultura que se vai lá. É uma arma, tanto para o avanço pessoal, como para o desenvolvimento de regiões deprimidas como para as relações internacionais.

A verdadeira questão é saber quando haverá mulheres à frente de instituições de todo o tipo e mulheres que não precisem de se armar em homens para aí estarem A verdadeira questão é saber quanto mais tempo teremos de perder até que se estabeleça um equilíbrio saudável entre os princípios feminino e masculino na sociedade. Será o caminho para mais tolerância e mais harmonia.”
- Respostas a inquérito sobre Mulheres e Cultura, em agosto de 1999

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Dupla celebração!

Para assinalar o centenário da revista «Orpheu» e a comemoração dos 70 anos do Centro Nacional de Cultura irão decorrer várias iniciativas de 12 a 18 de janeiro. 


http://www.cnc.pt/artigo/3339