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sexta-feira, 19 de outubro de 2018

Handle with Care

Luxemburgo: Exposição "Handle with Care - Portuguese Projects"


"No âmbito da 5.ª edição do Festival DESIGN CITY LUXEMBOURG, o Camões - Centro Cultural Português (CCP) no Luxemburgo, apresenta de 19 de outubro a 3 de dezembro de 2018 a exposição "Handle with Care - Portuguese Projects", com obras de 12 designers e artistas portugueses, sob a curadoria de Guilherme Braga da Cruz.
  A exposição “Handle With Care – Portuguese Projects” propõe, no espaço do CCP - Luxemburgo, a apresentação do trabalho realizado por um grupo de designers e artistas portugueses, entre os quais Ana Rita António, André Teoman, Carlos Mensil,  BrunoMMCarvalho, Eneida Tavares,  Jorge Carreira, Luis Nascimento, Martinho Pita, Miguel Rios, Samuel Reis, Rita Pereira e Vitor Agostinho."

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Cidade Gráfica | Exposição até 18 março

Para que não nos esqueçamos dos reclames e dos letreiros que vão desaparecendo das fachadas lisboetas, o Convento da Trindade recebe a exposição Cidade Gráfica até dia 18 do próximo mês. A mostra, inserida na programação MUDE FORA DE PORTAS, reúne mais de 70 peças e encontra-se organizada por tipologias de materiais, onde as tabuletas de vidro, metais e portas guarda-vento são seguidos por letreiros de néon, divididos e agrupados por estilos de letras.
Porque a identidade visual é tão importante como o urbanismo e arquitetura, o MUDE quer contribuir para a preservação de um património gráfico que faz parte da memória cultural comum a todos os portugueses. Com esta exposição, procura-se analisar a evolução deste meio de comunicação e publicidade, em grande parte relacionado com o design, mas também com a arquitetura e o urbanismo.
A mostra conta com a colaboração do projeto Letreiro Galeria do casal de designers Rita Múrias e Paulo Barata, uma iniciativa que procura preservar letreiros comerciais e industriais desativados, considerando-os património cultural e memória gráfica da cidade e que, desde 2014, tem vindo a recolher estes letreiros e néones pelas ruas de Lisboa. 




Local: Convento da Trindade | Rua Nova da Trindade, 20

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Exposição Fragmentos de Cor - visita orientada

Elemento identitário de Lisboa, o azulejo é um verdadeiro cartão de visita de uma cidade que foi um importante centro de produção e consumo deste tipo de material cerâmico ao longo dos tempos. 
O Museu de Lisboa dispõe de uma vasta coleção de azulejaria que, pelo número, variedade e qualidade dos exemplares, se afirma como uma das mais importantes do país, constituída, sobretudo, por azulejos provenientes  de edifícios demolidos ou remodelados, de  prédios em ruínas ou de intervenções arqueológicas
Tendo por objetivo dar a conhecer tão importante acervo, a presente exposição, comissariada por José Meco, um dos mais reputados especialistas nesta área, procura mostrar alguns dos melhores exemplares da coleção do Museu de Lisboa numa perspectiva diacrónica, desde o século XVI até à atualidade, exibindo exemplares, tanto de interior como de exterior, representativos de diferentes estilos e funcionalidades.    
Fonte inesgotável de criação e recriação, o azulejo continua a dar o mote, nos dias de hoje, para  manifestações artísticas diversificadas, como o design de moda e a arte urbana, assistindo-se também à sua reinvenção em painéis e fachadas, muitas vezes integrados em projetos de arquitetura.
Um vídeo realizado para a exposição permite mostrar várias expressões criativas, onde a cor, o brilho e a luz dos azulejos constituem um permanente foco de sedução.
 
03 Jun 2016 a 18 Dez 2016
Exposição temporária
 

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Inauguração da Exposição “ Sob um Sol de Agulhas” de Francisco Pinheiro

A Sala de exposições da Sede do Camões-Instituto da Cooperação e da Língua, I.P. acolhe no dia 6 de abril de 2016, às 18h30, a inauguração da exposição de Francisco Pinheiro intitulada “Sob um Sol de Agulhas”, com Curadoria de Nuno Faria. Este evento resulta de uma parceria entre a Fundação Carmona e Costa e a Comissão Fullbright.



A Sala de exposições da Sede do Camões-Instituto da Cooperação e da Língua, I.P. acolhe no dia 6 de abril de 2016, às 18h30, a inauguração da exposição de Francisco Pinheiro intitulada “Sob um Sol de Agulhas”, com Curadoria de Nuno Faria. Este evento resulta de uma parceria entre a Fundação Carmona e Costa e a Comissão Fullbright.  - See more at: http://www.instituto-camoes.pt/#sthash.JxXoHRWq.dpuf

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Exposição “Eça de Queirós: Marcos Biográficos e Literários 1845-1900”

Exposição iconográfica, coordenada por Isabel Pires de Lima e comissariada por Alfredo Campos Matos, produzida em outubro de 2000, pelo Camões, I.P, no âmbito das Comemorações do Centenário da morte de Eça de Queirós.
Composta por 23 painéis que descrevem a vida e obra de um dos mais importantes escritores portugueses, esta exposição permite-nos concluir como seria difícil imaginar o rumo da cultura portuguesa no mundo sem o nome de Eça de Queirós e os da sua geração – a Geração de 70. Parceria com o  Instituto Camões



 

Patente na Biblioteca Municipal D. Dinis
Rua Guilherme Gomes Fernandes  (Largo Nossa Senhora do Carmo)
Tel.: 2190320770 | bmdd@cm-odivelas.pt

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Exposição Magna Carta em Lisboa

Em 1215, outorgavam-se os 63 artigos que compõem a Magna Carta – o primeiro documento dos tempos modernos – que garantiam certas liberdades políticas na Inglaterra de John Lackland, El Rey João Sem-Terra, onde se determinavam as disposições que tornavam a Igreja livre da ingerência da Monarquia, reformavam o Direito e a Justiça e regulavam o comportamento dos funcionários Reais.
A razão que alicerçava o primeiro passo para o Constitucionalismo foi a forma como o Rei exercia de forma soberana e totalitária o seu poder sobre os Barões Ingleses e o Papado de Inocêncio III.
Uma resolução havia que ser tomada, e assim, a 15 de Junho desse ano, em Runnymede, o grupo dos antigos Barões obriga o Rei a assinar aquela que ficou conhecida como a Magna Charta Libertatum.
  


Para ver no Arquivo Nacional - Torre do Tombo 
Até 12 Dez. | 9h30-19h30
Gratuito 
by Francisco Pinheiro | Le Cool

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

RETORNAR — TRAÇOS DE MEMÓRIA

«Retornar — Traços de Memória pro­põe, ao longo de qua­tro meses e em vários espa­ços, uma refle­xão sobre os 40 anos da vinda das ex-colónias por­tu­gue­sas de África, atra­vés de deba­tes, tea­tro, per­for­man­ces, visi­tas comen­ta­das e inter­ven­ção urbana na zona ribeirinha. Retornar - Traços de Memória é uma ini­ci­a­tiva da EGEAC, desen­vol­vida pelas Galerias Municipais de Lisboa, que assi­nala os 40 anos do movi­mento que ficou conhe­cido por retorno das ex-colónias por­tu­gue­sas e teve o seu auge na ponte aérea de 1975.
 Com uma pro­gra­ma­ção trans­dis­ci­pli­nar que decorre ao longo de qua­tro meses, a ini­ci­a­tiva apre­senta olha­res da arte, lite­ra­tura, antro­po­lo­gia, his­tó­ria e polí­tica, para pro­mo­ver o diá­logo e o conhe­ci­mento sobre o fim do impé­rio colo­nial por­tu­guês. Num pro­jeto que pro­move o cru­za­mento entre as artes e as ciên­cias huma­nas, a expo­si­ção inau­gura um novo espaço expo­si­tivo: a Galeria Avenida da Índia, em Belém. 
Comissariada pela antro­pó­loga Elsa Peralta, a ini­ci­a­tiva baseia-se em inves­ti­ga­ção aca­dé­mica no diá­logo com o tra­ba­lho de artis­tas como Manuel Santos Maia. Com um enfo­que na expe­ri­ên­cia humana, a expo­si­ção inclui tes­te­mu­nhos pes­so­ais iné­di­tos, docu­men­tos his­tó­ri­cos, foto­gra­fias de época e de autor e memo­ra­bí­lia pessoal.
 Na zona ribei­ri­nha, junto ao Padrão dos Descobrimentos, haverá uma inter­ven­ção urbana com con­ten­to­res que intro­duz o tema da expo­si­ção atra­vés da exi­bi­ção de uma foto­gra­fia de Alfredo Cunha, tirada naquele pre­ciso local, em 1975.
Ao longo dos qua­tro meses em que a expo­si­ção estará patente ao público, o Padrão dos Descobrimentos, local sim­bó­lico da cons­tru­ção da memó­ria impe­rial por­tu­guesa, aco­lherá deba­tes que refle­tem dife­ren­tes olha­res sobre este momento his­tó­rico, atra­vés de per­so­na­li­da­des como Eduardo Lourenço, Adriano Moreira, Dulce Maria Cardoso, entre outros. Na Galeria Avenida da Índia, um pro­grama de visi­tas comen­ta­das, que pro­move a refle­xão sobre a expe­ri­ên­cia do retor­nar, conta com a par­ti­ci­pa­ção de aca­dé­mi­cos e ensaís­tas como Maria Filomena Molder e António Pinto Ribeiro.
 Joana Craveiro, atriz e ence­na­dora com um vasto tra­ba­lho artís­tico sobre ques­tões pós-coloniais, apre­sen­tará uma per­for­mance no Padrão dos Descobrimentos inti­tu­lada Um museu vivo de memó­rias peque­nas e esque­ci­das.
 Em Janeiro, o Teatro São Luiz aco­lherá o espe­tá­culo Portugal Não é Um País Pequeno, de André Amálio, que relata a expe­ri­ên­cia de anti­gos colo­nos por­tu­gue­ses a par­tir de tes­te­mu­nhos reais.»

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Bordalo Pinheiro e Paula Rego reúnem-se em Paródias

Mais de um século separa Bordalo Pinheiro e Paula Rego, mas é muito o que une os dois artistas. A prova está na Casa das Histórias, em Cascais.



quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Museu de Arte Antiga apresenta quadros cedidos pelo Museu do Prado

O Museu Nacional de Arte Antiga (MNAA), em Lisboa, inaugura esta terça-feira uma exposição de pintura inserida num acordo inédito com o Museu do Prado de Madrid. A mostra, intitulada "Rubens, Brueghel, Lorrain. A Paisagem do Norte no Museu do Prado", é composta por 57 pinturas de paisagem do século XVII.

As obras de mestres flamengos, holandeses e franceses, cedidas pelo museu espanhol, vão ser expostas até dia 30 de março de 2014. Ao todo são 31 artistas diferentes, provenientes sobretudo da antiga Flandres e da atual Holanda, como Rubens, Brueghel e Vlieger, e alguns franceses, como Claude Lorrain, que passou quase toda a vida em Itália, especializando-se na pintura de paisagem. Esta é a primeira vez que se faz em Portugal “uma exposição de paisagem da pintura antiga com esta dimensão", disse José Alberto Seabra, diretor adjunto do MNAA, à Lusa.
Para além de ser a primeira do género em Portugal, a mostra permite criar “boa relação com uma das melhores pinacotecas do mundo, o Museu do Prado, de vêm todas estas peças”. A sua importância prende-se também com o facto de “os pintores nacionais nunca se dedicaram muito a este género, a não ser a partir do século XIX”, explica José Alberto Seabra. O MNAA é o primeiro museu estrangeiro com o qual o Prado assina uma parceria para diversas iniciativas, desde exposições a investigação. Para António Filipe Pimentel, diretor do museu nacional, esta parceria poderá "contribuir para inverter a atual tendência do baixo consumo cultural em Portugal".

"Uma saída em momentos de dificuldade"
Por seu turno, o diretor do Museu do Prado, Miguel Zugaza, também ouvido pela agência Lusa, apontou que este protocolo de colaboração "é também uma saída nestes momentos de dificuldade", considerando que "o trabalho dos museus gera uma boa economia e é muito importante para avançar com a sociedade neste momento complicado".
A exposição é dividida em nove núcleos, correspondentes às diversas tipologias da paisagem, surgidas na Flandres e na Holanda. "Paisagem Alpina", de Tobias Verhaecht, "A vida no Campo" e "A Abundância", de Jan Brueghel, são algumas das obras que o público poderá ver no MNAA. 
Realizada em parceria com a Everything is New, empresa que irá produzir e divulgar a mostra, as pinturas estarão expostas até dia 30 de março de 2014. O preço da entrada é de seis euros, metade para jovens e seniores, e gratuito para crianças até aos seis anos.
Juan Medina, Reuters

terça-feira, 4 de junho de 2013

SANTO ANTÓNIO – ALGURES ENTRE O CULTO E A ARTE

XII exposição dedicada ao culto Antoniano, que reúne obras de 100 artistas portugueses.

HORÁRIO

1 > 30 Jun
11h às 20h
Até 7 Jul
ACESSIBILIDADE
Espaço A Arte da Terra
Rua de Augusto Rosa 40
(tel 212 745 975)
Gratuito
m /3

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Destaques da Agenda Cultural de Lisboa para o fim de semana



FILMES /ANIMAÇÃO  
   
Força Ralph
De Rich Moore, com (vozes) John C. Reilly, Sarah Silverman, Jack McBrayer, Jane Lynch
Animação / M/6
Duração: 108m
Data: EUA, 2012

Ralph é o vilão de um videojogo clássico que está cansado de ser o mau da fita e que pretende passar a herói. Para tal resolve infiltrar-se no mais recente jogo de ação. Uma decisão que vai ter consequências inesperadas.

DANÇA

Festival Temps D'Images
Labofilm & 1: O Lamento da Branca de Neve
Olga Mesa, autoria e coreografia.
9, 10 nov/12: 21h30

Projeto que questiona, aprofunda e estabelece vínculos entre a poética da linguagem cinematográfica e o ato coreográfico.




Informações Úteis: Preço dos bilhetes: 18€ (público em geral) e 5€
Maiores 12 anos              
Culturgest - Grande Auditório
Endereço: Edifício Caixa Geral de Depósitos
Rua Arco do Cego
Telefone: 217 905 155
Capacidade: 618 lugares
Internet: www.culturgest.pt
E-Mail: culturgest@cgd.pt
Acessos: Autocarros: 20, 21, 22, 26, 33, 47, 54, 56, 108 | Metro: Campo Pequeno (Linha Amarela)

MÚSICA /FADO   
             
Ângelo Freire + Carlos do Carmo, Ana Moura, Cuca Roseta, Celeste Rodrigues, Fernando Alvim, Marco Rodrigues
Gerações do Fado
18 nov/12: 21h

Gerações de Fado tem como fio condutor o jovem guitarrista Ângelo Freire, que convida fadistas de diferentes gerações a partilharem com ele o palco. Entre outros, estarão presentes neste espetáculo: Carlos do Carmo, Ana Moura, Cuca Roseta, Celeste Rodrigues, Fernando Alvim e Marco Rodrigues. O desafio lançado aos artistas mais consagrados é o de partilharem o palco com jovens fadistas que agora começam a despontar nas Casas de Fado.

Informações Úteis: Entrada livre              
Teatro Tivoli BBVA
Endereço: Avenida da Liberdade, 182-188
1250-146 Lisboa
Horários: Horário da bilheteira: todos os dias das 13h às 19h
Telefone: 213 572 025
Internet: www.teatro-tivoli.com
E-Mail: geral@teatro-tivoli.com

TEATRO  
              
A Farsa da Rua W
Artistas Unidos.
Enda Walsh, autoria; Joana Frazão, tradução; Américo Silva, João Meireles, António Simão e Laurinda Chiungue, interpretação.
14 nov/12 a 15 dez/12
Ter, qua: 19h | Qui, sex: 21h | Sáb: 16h, 21h



Enda Walsh é talvez o mais importante dramaturgo irlandês contemporâneo. Contudo o seu nome só ganhou relevância, entre nós, após a estreia do filme de Steve McQueen, Hunger, sobre a greve de fome do dirigente do IRA, Bobby Sands. A carreira de Walsh começa nos anos 90, quando dá os primeiros passos na escrita teatral ainda no secundário, mas é com a estreia da peça Disco Pigs (1996) que se torna numa revelação quando arrecada o prémio da crítica no Festival de Edimburgo. Trata-se de uma desconstrução da própria noção de farsa. Rompendo com o estilo realista do início da peça, as personagens vão adotando um estilo clownesco que remete para o registo dos “três estarolas” (Three Stooges), em que a estilização da ação põe em evidência os recursos e desmonta a própria ideia de farsa. Um pai e dois filhos, através de um jogo de perucas e bigodes, vão assumindo um conjunto de personagens que jogam entre si, mas, subitamente, é a própria ação que toma conta das personagens caminhando para um caos irreversível.

Informações Úteis: Maiores 16 anos      
Teatro da Politécnica     
Endereço: Rua da Escola Politécnica, 56
Telefone: 961 960 281

EXPOSIÇÕES /FOTOGRAFIA

Lisboa, Centro da Europa na Segunda Guerra Mundial
De 17 out a 9 nov 12

Esta exposição reúne mais de 80 fotografias e documentos, como vistos, correspondência diplomática e relatórios das secretas do período da II Guerra Mundial, que são agora mostrados publicamente pela primeira vez, e que fazem parte de uma extensa investigação para a escrita do livro Lisboa, a Guerra nas Sombras da Cidade da Luz – 1935-45 da autoria do escocês Neill Lochery. Um vasto espólio proveniente de arquivos públicos e privados na Grã-Bretanha, Alemanha, Portugal e Estados Unidos.


Paços do Concelho
Endereço: Praça do Município
Horários: Seg a sex: 11h às 19h
Telefone: 213 236 200




CRIANÇAS /TEATRO  

A Bela e o Monstro
Até dez | sáb, dom e fer: 11h, 15h

A Academia de Santo Amaro recebe um clássico bem conhecido de todos, uma história que faz sonhar miúdos e graúdos. Com encenação e adaptação de Miguel Dias, que interpreta o papel de Monstro ao lado do restante elenco: Ana Balbi, Nuno Pires, Bruno Pópulo, Marta Garcês, Fábio Dantés, Sérgio Paulo e Nádia Amiano. As coreografias são da responsabilidade de Fernanda Dias.

Informações Úteis: Preço dos bilhetes: 5€ a 12€
Reservas: 213 636 637 910 518 755 | musical.abelaeomonstro@gmail.com

FESTIVAIS  
          
Lisbon & Estoril Film Festival
9 a 18 nov/12

Novembro marca o regresso do Lisbon & Estoril Film Festival. Na sexta edição vários locais de Lisboa (Cinema Monumental, Espaço Nimas, Cinema S. Jorge, Museu Nacional de História Natural, Centro Cultural de Belém) são palco de diferentes eventos que incluem, para além de cinema, literatura, música e artes plásticas. A secção competitiva do festival dá visibilidade ao cinema europeu, permitindo que jovens realizadores apresentem o seu trabalho a um público mais vasto. Através de uma programação diversificada o evento tem ainda como objetivo apresentar as melhores produções internacionais e abrir caminho para a produção cinematográfica portuguesa. Destaque, este ano, para uma retrospetiva integral da obra de João Pedro Rodrigues e João Rui Guerra da Mata, dois nomes de relevo do cinema português. Dos filmes em antestreia são de salientar Operação Outono de Bruno de Almeida, Amour de Michael Haneke e Antiviral de Brandon Cronenberg. Ao longo do festival decorrem ainda masterclasses, workshops e conferências.
Internet: www.leffest.com 

LIVROS /ARTES 

Africa See You See Me
Awan Amkpa (Organização)
Artes
Editora: Africa.Cont/Sextante Editora
Data: 2012
Textos de José António Fernandes Dias, Awan Amkpa, Manthia Diawara, Lydie Diakhaté, Allessandra Di Maio, Ulrich Baer; 220 páginas

A exposição Africa See You See Me esteve patente em Lisboa, no Pavilhão Preto do Museu da Cidade, em 2010, partindo para uma itinerância que já passou por Florença, Roma, Pequim, Macau, Senegal e Nigéria. Usando a prática fotográfica, a mostra chama a atenção para a forma como os africanos se representam a si próprios, e para a crescente importância que estas autorrepresentações assumem no modo como hoje se fotografa o continente africano. O presente catálogo retrata a história da fotografia africana e da sua diáspora em toda a sua diversidade: os primeiros retratos etnográficos que imaginavam África como uma selva habitada pelos primitivos dos Europeus, a evolução por que passaram os fotógrafos africanos, as fotografias contemporâneas de Africa por fotógrafos não africanos que partilham uma relação de diálogo com os artistas africanos.