quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

E uma ida à Austrália?




Portugal presente no Movimento Internacional da Língua Materna

Pela primeira vez, a Coordenação do Ensino Português (CEPE) /Camões, IP na Austrália, juntamente com a escola portuguesa de Queanbeyan e seus alunos, participam na iniciativa Movimento Internacional da Língua Materna, com uma atuação musical no dia 21 de fevereiro de 2015 junto à Commonwealth Bridge, em Camberra. O Movimento Internacional da Língua Materna é um evento dedicado à importância de preservar as línguas ameaçadas de extinção num contexto multicultural e multilingue. O objetivo é sensibilizar os diversos governos australianos para a necessidade de se tomarem medidas adequadas à proteção dos idiomas falados por todas as comunidades, assumindo que a língua é um fator preponderante de identidade cultural.


quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Amor em Lisboa


A Associação Dê Mais Coração-Movimento Daniela inicia dia 14 de fevereiro o seu novo projeto Amor em Lisboa, na praça do Rossio, que consiste num estrutura com a palavra LOVE na qual todos os lisboetas podem colocar um cadeado com uma mensagem de amor à semelhança do que acontece na ponte de Paris. Esta estrutura foi concebida pelo serralheiro-artista Rui Miragaia. Os cadeados custam 3€, valor que reverte a favor da Associação, cuja missão é ajudar crianças carenciadas, com doenças crónicas cardíacas, em Moçambique.
A Associação Dê Mais Coração-Movimento Daniela inicia dia 14 de Fevereiro o seu novo projecto Amor em Lisboa, na praça do Rossio, que consiste num estrutura com a palavra LOVE na qual todos os lisboetas podem colocar um cadeado com uma mensagem de amor à semelhança do que acontece na ponte de Paris. Esta estrutura foi concebida pelo serralheiro-artista Rui Miragaia. Os cadeados custam 3€, valor que reverte a favor da Associação, cuja missão é ajudar crianças carenciadas, com doenças crónicas cardíacas, em Moçambique. - See more at: http://www.axo.pt/amor-em-lisboa#sthash.5pGeMUY5.dpuf

Vamos bailar?


quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

A Biblioteca humanista de Pina Martins

"Os objetos procuram aqueles que os amam”

Os objetos procuram aqueles que os amam” era o comentário que fazia José de Pina Martins (1920-2010) quando encontrava um livro raro destinado à sua biblioteca. Foi assim, de exemplar em exemplar, de livreiro em livreiro, que foi formando, ao longo da vida, uma das mais valiosas bibliotecas particulares especializadas de que há notícia.

Pina Martins amou tudo nos livros: o papel, a técnica da impressão, as ilustrações, a encadernação. E foi com esse espírito que escolheu, para cada volume da sua coleção, a encadernação mais adequada, o estojo mais apropriado, a caixa melhor adaptada à sua conservação.

A biblioteca de José de Pina Martins, ou “Biblioteca de Estudos Humanísticos”, como ele gostava de lhe chamar, inclui grandes temas e autores do humanismo cristão do Renascimento. Muitas obras são em latim e grego, algumas demasiado raras para poderem ser manuseadas. Cada um desses livros desempenhou um papel de relevo na história do pensamento ocidental, e contribuiu para o desenvolvimento da ciência, da cultura e do conhecimento. Por isso, vale a pena expô-los e convidar o público a conhecer o segredo de uma biblioteca e as pequenas histórias de livros de que se faz a História do Livro.

A mostra é comissariada por Vanda Anastácio, professora associada da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. José de Pina Martins foi diretor do Centro Cultural Calouste Gulbenkian de Paris e ainda do Serviço de Educação da Fundação Gulbenkian, tendo, entre outros cargos, presidido à Academia das Ciências de Lisboa.

De 27 fev a 24 mai 2015  |  Das 10:00 às 18:00  |  Encerra às segundas

Galeria de Exposições Temporárias | Museu Calouste Gulbenkian

Bons sonhos


sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

O frio anda aí...

....por isso deixamos algumas sugestões de leitura 
Bom fim de semana com boas leituras!

Sem casas não haveria ruas


O livro tem uma vida própria


«A pedra de toque de um livro (para um escritor) é o momento em que o livro oferece enfim um espaço onde, com toda a naturalidade, se pode dizer o que se quer dizer. Como esta manhã, em que pude dizer o que Rhoda disse. Isto vem provar que o livro tem uma vida própria: porque não esmagou o que eu queria dizer, antes me permitiu introduzi-lo mansamente, sem uma tensão, sem uma alteração.»
  Virginia Woolf

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Coisas boas


«Todos os dias devíamos ouvir um pouco de música, ler uma boa poesia, ver um quadro bonito e, se possível, dizer algumas palavras sensatas.»
Joham Goethe