Sugestões da Agenda Cultural de Lisboa dos livros a ler no mês de outubro: «Poemas completos» de Mário-Henrique Leiria; «Antologia da poesia lírica» de Manuel Alegre; «Origens da expansão portuguesa» do historiador António Borges Coelho; «Se Minha Rua Falasse» de James Baldwin; «James e o Pêssego Gigante» de Roald Dahl e «As piores crianças do mundo» de David Walliams.
terça-feira, 23 de outubro de 2018
sábado, 20 de outubro de 2018
sexta-feira, 19 de outubro de 2018
Handle with Care
Luxemburgo: Exposição "Handle with Care - Portuguese Projects"
"No âmbito da 5.ª edição do Festival DESIGN CITY LUXEMBOURG, o Camões - Centro Cultural Português (CCP) no Luxemburgo, apresenta de 19 de outubro a 3 de dezembro de 2018 a exposição "Handle with Care - Portuguese Projects", com obras de 12 designers e artistas portugueses, sob a curadoria de Guilherme Braga da Cruz.
A exposição “Handle With Care – Portuguese Projects” propõe, no espaço do CCP - Luxemburgo, a apresentação do trabalho realizado por um grupo de designers e artistas portugueses, entre os quais Ana Rita António, André Teoman, Carlos Mensil, BrunoMMCarvalho, Eneida Tavares, Jorge Carreira, Luis Nascimento, Martinho Pita, Miguel Rios, Samuel Reis, Rita Pereira e Vitor Agostinho."
quinta-feira, 18 de outubro de 2018
sexta-feira, 12 de outubro de 2018
Homens do lixo abriram biblioteca com livros deitados fora
«Em Ancara, capital da Turquia, abriu uma biblioteca pública, uma que deu nova vida a livros abandonados.
Durante meses, homens que trabalhavam nos serviços de recolha do lixo da cidade começaram a recolher livros que tinham sido deitados fora.
A ideia inicial era ter livros para partilhar entre os trabalhadores e as respetivas famílias. Mas o projeto foi ganhando atenção. Vários colegas começaram a participar na ideia e, a dada altura, já havia quem entregasse diretamente livros aos funcionários da câmara. A coleção foi crescendo e crescendo e a ideia de criar uma biblioteca pública foi ganhando força.
A biblioteca abriu em setembro, conta a CNN, e conta atualmente com cerca de seis mil exemplares, dos mais variados géneros literários.
Alper Tasdelen, autarca da localidade de Çankaya, conta que a autarquia gostou da ideia e que apoiou a criação de uma biblioteca. "Por um lado havia quem deixasse os livros na rua, por outro havia quem andasse à procura deles", explicou citado pela mesma cadeia televisiva.
A autarquia da capital acompanhou os planos e foi assim que uma antiga fábrica de tijolos passou a ser a casa destes livros, que tinham sido deitados fora.
À televisão estatal turca, Serhat Baytemur, um dos homens do lixo responsáveis pela iniciativa, explicou, de forma simples, o resultado deste projeto: "antes queria ter uma biblioteca em casa. Agora tenho uma biblioteca aqui".»
terça-feira, 9 de outubro de 2018
segunda-feira, 8 de outubro de 2018
"Saio da estante e vou ter contigo num instante"
A Biblioteca fora de portas. "Saio da estante e vou ter contigo num instante": um projeto da Biblioteca Municipal de Aveiro.
A vida de Amadeo de Souza-Cardoso chegou à banda desenhada
Amadeo - A vida e obra entre Amarante e Paris, de Jorge Pinto e Eduardo Viana, dá a conhecer o pintor Amadeo de Souza-Cardoso num formato de banda desenhada.
«A história do artista plástico Amadeo de Souza-Cardoso é contada através de uma banda desenhada, de Jorge Pinto e Eduardo Viana, para que os leitores despertem para o contexto da obra do pintor, que morreu há cem anos. "Queremos que possa chegar a um público que conhece Amadeo, mas não conhece o grupo de artistas dele, as correntes artísticas. É uma visão de uma biografia num formato diferente. Queria escrever uma história bastante plural", afirmou à agência Lusa o autor do argumento, Jorge Pinto.»
sexta-feira, 5 de outubro de 2018
terça-feira, 2 de outubro de 2018
"Levar, ler, devolver"
Beja inaugura a primeira Cabine de Leitura "Levar, ler, devolver"
A Câmara Municipal de Beja e a Altice Portugal, através da Fundação PT inauguram a primeira Cabine de Leitura do Concelho, nascida a partir de uma antiga cabine telefónica mas que em vez de um telefone, contém prateleiras e livros. A iniciativa decorre na próxima quinta-feira, dia 4 de outubro, às 15h00, na Praça Diogo Fernandes – Jardim Bacalhau, em Beja.
As várias Cabines de leitura já distribuídas um pouco por todo o país são dinamizadas pela Fundação PT, que reaproveita cabines telefónicas e, mediante parcerias com entidades autárquicas ou outras, assegura a sua adaptação, colocação e dinamização com o objetivo de estreitar laços comunitários, exercitar a cidadania e fomentar a leitura num espaço totalmente inesperado, com o mote: "Levar, ler, devolver".
Imagem de capa de © Leonardo Negrão/Global Imagens
quarta-feira, 26 de setembro de 2018
O DIA EM QUE SARAMAGO GANHOU O NOBEL
Foi há 20 anos que José Saramago fez com que todos os portugueses crescessem três centímetros, isto nas palavras do próprio. Em causa a conquista do Nobel da Literatura, o mais celebrado prémio literário do mundo, por parte de um homem de origens humildes, que não o esperava e que nunca deixou que a fama lhe alterasse as convicções.
Quinta-feira, 8 de outubro de 1998. No aeroporto de Frankfurt, ao final da manhã, um homem aguarda sozinho a hora de embarcar no avião que o conduzirá a Madrid e, posteriormente, à ilha espanhola de Lanzarote. Acaba de deixar a Feira do Livro local e está pronto para voltar a casa. Não lhe passa pela cabeça que está a ser procurado.
“Senhor José Saramago”, chama uma voz de mulher pelo altifalante na sala de embarque. O sobressalto leva a que uma hospedeira se aproxime: “É o senhor?” E continua: “É que está aqui uma jornalista que quer falar consigo. O senhor ganhou o prémio Nobel!”
As grandes novidades da vida chegam-nos muitas vezes nas ocasiões mais triviais. E é assim, sem protocolos ou formalidades, que José Saramago recebe a notícia de que é o primeiro escritor de língua portuguesa a vencer o prestigiante Nobel da Literatura. A Academia Sueca elogia-lhe as “parábolas portadoras de imaginação, compaixão e ironia” com que torna “constantemente compreensível uma realidade fugidia”.
Mas não é nisso que pensa. É em Pilar del Río, a mulher. Sente-se triste por não estar com ela naquele momento. E dá-se conta, como há de recordar depois, que “a alegria, se se está sozinho, é nada”.
Ao telefone, Zeferino Coelho, o editor, pede-lhe que retorne à feira. Saramago recusa, quer voltar imediatamente para junto de Pilar, mas o editor insiste e lá o consegue convencer. Encaminham-no para a saída por um imenso corredor, completamente deserto.
“Não me lembro de nenhum outro momento da minha vida em que tenha sentido isto: a solidão agressiva”, diz anos mais tarde. “Estava ali sozinho, um senhor com a sua gabardina e a sua malinha, com a qual tinha ido a Frankfurt por dois dias para uma conferência, e voltava um senhor cuja vida tinha mudado totalmente nesse instante.”
Enquanto caminha, resmunga para si próprio: “Tenho o Nobel, e o quê?”
“COMO É QUE ISTO ME ACONTECEU A MIM?”
Quinta-feira, 10 de dezembro de 1998. Num banquete de gala, em Estocolmo, José Saramago ergue-se para proferir um discurso. Os dois meses após o anúncio da conquista do Nobel foram um corrupio de entrevistas e declarações públicas.
“Tenho a consciência de que não nasci para isto”, revelou numa dessas ocasiões. “É assombroso porque, cada vez que acontece algo, neste caso o Nobel, pergunto-me se aquilo que fiz ao longo da vida deu para construir uma obra que chega a merecer o mais célebre prémio literário do mundo. Como é que isto me aconteceu a mim? Uma pergunta para a qual, honestamente, não tenho resposta.”
Como poderia não ser uma surpresa para o escritor português? “Nasci numa família de gente muito pobre, camponesa e analfabeta, numa casa onde não havia livros e em circunstâncias económicas que não me teriam permitido entrar na universidade”, disse noutra entrevista. “Nada prometia um prémio Nobel.” E, no entanto, ganhou-o.
Desde o primeiro momento, no aeroporto de Frankfurt, até subir ao pódio para receber o galardão, Saramago passou o tempo a garantir que este não haveria de o mudar enquanto homem e escritor.
“Este prémio Nobel vai continuar a ser quem é, participando como até aqui, com intervenções como até aqui, naquilo que considerar útil, indispensável e necessário”, explicou quando chegou a Lisboa. “Não assumirei o prémio Nobel como uma ‘miss’ de beleza que tem de ser exibida em toda a parte. Não aspiro a esses tronos, nem poderia, claro.”
E acrescentou: “O homem é o mesmo e continuará a escrever.”
Ao discursar no banquete de gala, com os olhos do mundo postos nele, Saramago prova a verdade das suas palavras ao decidir falar a maior parte do tempo sobre o não cumprimento integral da Declaração Universal dos Direitos Humanos no mundo. Agradece, por fim, aos editores, tradutores e leitores. Termina com o elogio a todos os escritores portugueses e de língua portuguesa: “É por eles que as nossas literaturas existem. Eu sou apenas mais um que a eles se veio juntar. Disse que não nasci para isto, mas isto foi-me dado. Bem hajam, portanto.”
UM NOBEL
QUE PECA
POR TARDIO
“Ai, sou um ladrão! Roubei-te o Nobel da Literatura. Perdoa, mas no ano que vem tu vais tê-lo.” Foi esta a mensagem que o italiano Dario Fo deixou a José Saramago no dia 9 de outubro de 1997, depois de ser anunciado vencedor do galardão. O português era apontado como o principal favorito ao Nobel, isto depois de ter passado parte do ano a percorrer a Suécia, convidado por uma agência publicitária local. Houve inclusive quem, no ano seguinte, tenha apontado a sua vitória como resultado desta espécie de golpe publicitário. A maior parte, porém, considerou que a distinção apenas pecou por tardia e o crítico americano Harold Bloom chegou a dizer que “entre os mais recentes, o único Nobel bem atribuído foi o de Saramago, que o honrou mais do que o prémio o honrou a ele”.
Por: Tiago Matos
Ilustração: Gonçalo Viana
Fonte: http://www.revistaestante.fnac.pt/dia-saramago-ganhou-nobel/?fbclid=IwAR2ESmmF4F3MXBkiHsiPPiWmRviGYFw51OQoWGx-c8VLL31KIPBZ6N0nowI
segunda-feira, 24 de setembro de 2018
terça-feira, 31 de julho de 2018
segunda-feira, 30 de julho de 2018
5.º Aniversário da inscrição da Universidade de Coimbra, Alta e Sofia na lista de Património Mundial da UNESCO
No âmbito da celebração do 5.º aniversário sobre a inscrição da Universidade de Coimbra, Alta e Sofia na Lista de Património Mundial da UNESCO, decorreu de 22 a 24 de junho de 2018 a iniciativa “Sons da Cidade” que propõs uma deambulação pela cidade de Coimbra, a partir de um conjunto de atividades, visitas guiadas e concertos musicais criados a partir dos patrimónios materiais e imateriais da cidade.
No dia 22 de junho de 2018, teve lugar a inauguração de um memorial evocativo da classificação e uma Conversa sobre o tema “Universidade de Coimbra, Alta e Sofia” que contou com António Sampaio da Nóvoa (Representante de Portugal junto da UNESCO), José Filipe Morais Cabral (Presidente da Comissão Nacional da UNESCO) e Walter Rossa (Cátedra “Diálogo Intercultural em Patrimónios de Influência Portuguesa”) como oradores.
O Camões, I.P. esteve presente nesta iniciativa coorganizada pela Universidade de Coimbra, Câmara Municipal de Coimbra e Jazz ao Centro Clube, fazendo representar-se pela Chefe de Gabinete do Conselho Diretivo, Inês Castelo Branco.
quinta-feira, 12 de julho de 2018
Alemanha: Festival Metrolink de Heidelberg
A quarta edição do Festival de arte urbana de Heidelberg – METROPOLINK, que terá lugar de 13 a 29 de julho de 2018, contará com a participação do artista plástico português Bordalo II (Artur Bordalo).
O artista pertence a uma geração “extremamente consumista, materialista e gananciosa” que inscreve a sua prática na relação entre a arte e o lixo, procurando problematizar o estilo de vida das sociedades ocidentais contemporâneas e confrontar e sensibilizar o público para questões ecológicas e de sustentabilidade.
O festival tem inauguração prevista para o dia 13 de julho de 2018 com programa que inclui música ao vivo e que contará com a presença da Ministra para a Ciência, Investigação e Arte do Estado federado do Bade-Vurtemberga e da Cônsul-Geral de Portugal em Estugarda. A iniciativa conta com o apoio do Camões - Instituto da Cooperação e da Língua, I.P., através do seu Leitorado em Heidelberg.
terça-feira, 10 de julho de 2018
África do Sul: Coro Juvenil do Instituto Gregoriano de Lisboa ganha Medalha de Prata no “10th World Choir Games 2018”

O Coro Juvenil do Instituto Gregoriano de Lisboa representou Portugal nas olimpíadas de canto coral de 2018, que decorreu de 4 a 14 de julho de 2018, na cidade de Pretória, na África do Sul.
O Coro atuou ainda na Casa-Museu de Nelson Mandela, no Soweto, e no Museu do Apartheid em Joanesburgo. Na Casa-Museu de Nelson Mandela cantaram em zulo: “Ukuthula” (Prece para a Paz) e surpreenderam e emocionaram os residentes do Soweto, cantando espontaneamente em xhosa e zulu.
Estas visitas e atuações contaram com o apoio da Embaixada de Portugal em Pretória, do Camões, I.P. e da Coordenação de Ensino Português no Estrangeiro da África do Sul.
terça-feira, 26 de junho de 2018
O Ano da Morte de Ricardo Reis
Para quem ainda não teve oportunidade:
A fechar o primeiro ano de apresentações de «O Ano da Morte de Ricardo Reis» no Palácio de Mafra, o Grupo Éter vem à Fundação José Saramago apresentar o espetáculo que parte do romance de José Saramago.
A apresentação será no dia 27 de junho, quarta-feira, pelas 18h30. Bilhete a 8,00 €, disponíveis na Fundação José Saramago – Casa dos Bicos.
Mais informações:
Classificação etária: Maiores de 12 anos
Duração aproximada: 90 minutos
SINOPSE
No espetáculo “O Ano da Morte de Ricardo Reis” tem lugar de destaque a personagem Saramago, ora como autor, ora como narrador. Neste sentido, evidencia-se como ficção sobre ficção sobre ficção: ficção de Saramago sobre Ricardo Reis, este por sua vez um ser de ficção construído por Pessoa. O que pensará Saramago sobre Ricardo Reis?
No espetáculo “O Ano da Morte de Ricardo Reis” tem lugar de destaque a personagem Saramago, ora como autor, ora como narrador. Neste sentido, evidencia-se como ficção sobre ficção sobre ficção: ficção de Saramago sobre Ricardo Reis, este por sua vez um ser de ficção construído por Pessoa. O que pensará Saramago sobre Ricardo Reis?
Um labirinto de palavras, imagens e representações que espelham Portugal entre a primeira e a segunda guerras mundiais, bem como a visão de José Saramago sobre Ricardo Reis.
FICHA TÉCNICA E ARTÍSTICA
Texto: José Saramago;
Adaptação Dramatúrgica: Filomena Oliveira e Miguel Real;
Encenação: Filomena Oliveira;
Música Original e Orgânica Sonora: David Martins;
Texto: José Saramago;
Adaptação Dramatúrgica: Filomena Oliveira e Miguel Real;
Encenação: Filomena Oliveira;
Música Original e Orgânica Sonora: David Martins;
Interpretação:
(Saramago) Hugo Bettencourt ou António Mortágua;
(Pessoa) Miguel Mendes;
(Ricardo Reis) Rogério Jacques;
(Lídia) Leonor Cabral ou Suzana Branco;
(Marcenda) Sara Rio Frio;
(Saramago) Hugo Bettencourt ou António Mortágua;
(Pessoa) Miguel Mendes;
(Ricardo Reis) Rogério Jacques;
(Lídia) Leonor Cabral ou Suzana Branco;
(Marcenda) Sara Rio Frio;
Vídeo: Barnabé Freixo
Operação Técnica: David Martins, Nuno Gomes, Barnabé Freixo ou Pedro Florentino
Design: Rafael Galhardas
Operação Técnica: David Martins, Nuno Gomes, Barnabé Freixo ou Pedro Florentino
Design: Rafael Galhardas
Produção: ÉTER – Produção Cultural
quinta-feira, 21 de junho de 2018
Solstício de Verão 2018
O Solstício de Verão ocorrerá no dia 21 de junho de 2018 às 11h07min, marcando o início da estação no hemisfério norte (a mais quente apesar da Terra vir a estar o mais longe do sol a 6 de Julho). O sol neste dia de solstício estará o mais alto possível no céu em Lisboa e aquando da sua passagem meridiana atingirá a altura máxima de 75° .
A tabela abaixo mostra que a duração do dia no Solstício de Verão é efetivamente a mais longa. A 21 de junho de 2018 o disco solar nascerá às 06:11:46 horas e pôr-se-á às 21:04:53 horas em Lisboa.
A duração do dia será de 14:53:07 horas, o que é apenas 1 segundo a mais do que no dia anterior.
O Verão prolonga-se por 93,66 dias até ao próximo Equinócio, a 23 de Setembro de 2018.
Solstícios: pontos da eclíptica em que o Sol atinge as alturas (distância angular) máxima e mínima em relação ao equador, isto é, pontos em que a declinação solar atinge extremos: máxima no solstício de Verão (+23° 26′) e mínima no solstício de Inverno (-23° 26′). A palavra de origem latina (Solstitium) associa-se ao facto do Sol travar o movimento diário de afastamento ao plano equatorial e “estacionar” ao atingir a sua posição mais alta ou mais baixa no céu local.
terça-feira, 12 de junho de 2018
Austrália: Festival Lusomia “Prazeres de Portugal”
Teve lugar nos dias 5 a 11 de junho de 2018, em Sidney, Austrália, a 1ª Edição do Festival Lusomia “Prazeres de Portugal” – uma celebração da cultura e da gastronomia tradicional e contemporânea portuguesa.
A iniciativa pretendeu projetar a imagem de um Portugal moderno e contemporâneo na Austrália, proporcionando, durante 7 dias, vários eventos em locais icónicos da cidade de Sidney nas áreas da música, fotografia, moda, vinhos e gastronomia. Pretendeu-se igualmente valorizar a marca “Portugal” e conferir maior visibilidade aos produtos portugueses, com o intuito de promover a sua penetração no mercado australiano.
O Festival Lusomia contou com os apoios da Emirates, do Camões, I.P., da Embaixada de Portugal em Camberra e do Consulado Geral em Sidney, bem como da Frontline Media and Events & Lumiapixel, Simbiose, Ultimate Rentals, Jarpen Global, Global Aquatica, CK Finance and Advisory e da Fundamental Business Finance (Supporting Partners).
Na vertente Gastronomia & Vinhos, destaque para as participações do Executive ChefJúlio Pereira, Chef José Silva e Chef André Sá Correia, bem como do Master SommelierJoão Pires, Head Sommelier Carlos Simões, dos produtores de vinhos Tiago Alves de Sousa e Jorge Nunes Symington e dos mixologistas “Red Frog”.
Na vertente Arte & Cultura, destaque também para os artistas que se deslocaram de Portugal para o efeito, incluindo o fotógrafo Bruno Saavedra, o pianista e compositor André Barros, a violinista Cátia Alexandra Santos, a bailarina Joana Inês Santos, a fadista Beatriz Felício e os músicos Paulo Valentim e João Domingos.
A apresentação do evento esteve a cargo da jornalista lusodescendente da cadeia de televisão SkyNews, Ana Neves.
quinta-feira, 7 de junho de 2018
Subscrever:
Mensagens (Atom)




















