quinta-feira, 20 de março de 2014

Dia Internacional da Felicidade


As Nações Unidas instituíram o 20 de março como Dia Internacional da Felicidade, foi esta semana divulgado.
A data, que se junta agora ao calendário da ONU de dias internacionais, foi aprovada numa resolução da Assembleia Geral da ONU. A felicidade passa a ser um dia mundial como a poesia ou a da ave migratória, por exemplo.
"A busca pela felicidade é um objetivo humano fundamental", diz a resolução, aprovada por unanimidade pelos 193 membros da assembleia.
A instituição do dia da felicidade era parte de uma campanha diplomática do reino do Butão, país que tem um índice nacional de felicidade bruta.
Muitos governos dizem que novos elementos, entre eles a felicidade, devem ser incorporados às formas de se medir a prosperidade, dominadas por indicadores económicos.

Fonte: DN Globo

Olá Primavera!

Em 2014 o Equinócio da Primavera ocorre no dia 20 de março às 16h57. Este instante marca o início da Primavera no Hemisfério Norte.

Dia Mundial da Saúde Oral


Desafio

Os poemas a concurso para o Plano Nacional de Leitura 2014, mais concretamente para o «Faça lá um poema» foram estes:

1.

Quando quero,
não consigo rimar.
Nem mesmo consigo,
por vezes, improvisar.

As palavras são
como um jogo ousado,
que, por vezes,
deixam-me irado.

O que eu hei
de fazer
para as entender?

Quando as quero
escrever simplesmente,
acabam por desvanecer.

2.
A luz na questão

Eu não sei o que sinto
Se é ódio, se é paixão,
Mas numa coisa eu não minto,
É que é do coração.

Princesa do castelo,
Um sorriso tão brilhante,
Cabelo loiro tão belo,
És a minha estrela cintilante.

Quando passas fico atrapalhado,
Pasmo, sem saber o que dizer,
Com o coração acelerado,
Fico sem saber o que fazer.

Pensava conseguir-te esquecer,
De ir dormir e nem pensar,
Mas como vou eu fazer?
Se és tu que me pões a sonhar.

Por fim tirei uma conclusão,
Que explica todo este calor.
Não é ódio, nem paixão,
Mas o que sinto é amor.



3.
A Crise

Ando a pagar
Para estudar,
Sabendo que tenho de emigrar
Para poder trabalhar.

Vejo pessoas no desemprego,
Com família para sustentar
E casa para pagar.

Nas notícias só se ouve falar
Que o desemprego está a subir
E os Portugueses estão a fugir,
Onde é que isto vai parar?

Quando acabar a escola
Para que país hei de ir
Brasil, França, Angola,
Ainda tenho que decidir.



4.
35min. de autocarro  

Entro, sento-me, observo e penso.
Para onde será que vão todas estas pessoas?
Vão para o trabalho ou voltam de uma saída à noite que se prolongou?
Se vão para o trabalho será que é realmente o que desejavam fazer na vida?
Ou será que ainda têm o Grande sonho por alcançar?
Vejo-os tão apressados, parece que não param…
Não têm tempo.
Não têm tempo para apreciar tudo o que os rodeia.
Não têm tempo para pensar como uma caneta é feita
Ou como apareceu o planeta?
Vejo sorrisos, porém não sei se são falsos ou verdadeiros.
Questiono-me sobre o que é que a rapariga que está na paragem pensa,
Ou por onde andou durante os seus dezassete ou dezoito anos?
Vejo grupos de amigos tão unidos e descontraídos,
Pergunto-me o porquê de não ter um grupo assim?
Nós, Humanos, somos tão distraídos e egoístas,
Pensamos sempre só em nós mesmo quando dizemos o contrário…
Acho que nunca vamos poder mudar este aspeto.
Há vezes em que pensamos demais e vezes em que não pensamos de todo.
Como durante esta viagem que se tornou uma rotina:
O mesmo caminho, á mesma hora, com as mesmas opiniões.
Temos cabeças tão simples, mas pensamentos tão complicados!

O poema 4 foi selecionado para representar-nos!