quinta-feira, 12 de julho de 2018

Alemanha: Festival Metrolink de Heidelberg


A  quarta edição do Festival de arte urbana de Heidelberg – METROPOLINK, que terá lugar de 13 a 29 de julho de 2018, contará com a participação do artista plástico português Bordalo II (Artur Bordalo).
O artista pertence  a uma geração “extremamente consumista, materialista e gananciosa” que inscreve a sua prática na relação entre a arte e o lixo, procurando problematizar o estilo de vida das sociedades ocidentais contemporâneas e confrontar e sensibilizar o público para questões ecológicas e de sustentabilidade.
O festival tem inauguração prevista para o dia 13 de julho de 2018 com programa que inclui música ao vivo e que contará com  a presença da  Ministra para a Ciência, Investigação e Arte do Estado federado do Bade-Vurtemberga e da Cônsul-Geral de Portugal em Estugarda. A iniciativa conta com o apoio do Camões - Instituto da Cooperação e da Língua, I.P., através do seu Leitorado em Heidelberg.

terça-feira, 10 de julho de 2018

África do Sul: Coro Juvenil do Instituto Gregoriano de Lisboa ganha Medalha de Prata no “10th World Choir Games 2018”

 
O Coro Juvenil do Instituto Gregoriano de Lisboa representou Portugal nas olimpíadas de canto coral de 2018, que decorreu de 4 a 14 de julho de 2018, na cidade de Pretória, na África do Sul.
O Coro atuou ainda na Casa-Museu de Nelson Mandela, no Soweto, e no Museu do Apartheid em Joanesburgo. Na Casa-Museu de Nelson Mandela cantaram em zulo: “Ukuthula” (Prece para a Paz) e surpreenderam e emocionaram os residentes do Soweto, cantando espontaneamente em xhosa e zulu.
Estas visitas e atuações contaram com o apoio da Embaixada de Portugal em Pretória, do Camões, I.P. e da Coordenação de Ensino Português no Estrangeiro da África do Sul.

terça-feira, 26 de junho de 2018

O Ano da Morte de Ricardo Reis

Para quem ainda não teve oportunidade:

A fechar o primeiro ano de apresentações de «O Ano da Morte de Ricardo Reis» no Palácio de Mafra, o Grupo Éter vem à Fundação José Saramago apresentar o espetáculo que parte do romance de José Saramago.
A apresentação será no dia 27 de junho, quarta-feira, pelas 18h30. Bilhete a 8,00 €, disponíveis na Fundação José Saramago – Casa dos Bicos.

Mais informações:
Classificação etária: Maiores de 12 anos
Duração aproximada: 90 minutos
SINOPSE
No espetáculo “O Ano da Morte de Ricardo Reis” tem lugar de destaque a personagem Saramago, ora como autor, ora como narrador. Neste sentido, evidencia-se como ficção sobre ficção sobre ficção: ficção de Saramago sobre Ricardo Reis, este por sua vez um ser de ficção construído por Pessoa. O que pensará Saramago sobre Ricardo Reis?
Um labirinto de palavras, imagens e representações que espelham Portugal entre a primeira e a segunda guerras mundiais, bem como a visão de José Saramago sobre Ricardo Reis.
FICHA TÉCNICA E ARTÍSTICA
Texto: José Saramago;
Adaptação Dramatúrgica: Filomena Oliveira e Miguel Real;
Encenação: Filomena Oliveira;
Música Original e Orgânica Sonora: David Martins;
Interpretação:
(Saramago) Hugo Bettencourt ou António Mortágua;
(Pessoa) Miguel Mendes;
(Ricardo Reis) Rogério Jacques;
(Lídia) Leonor Cabral ou Suzana Branco;
(Marcenda) Sara Rio Frio;
Vídeo: Barnabé Freixo
Operação Técnica: David Martins, Nuno Gomes, Barnabé Freixo ou Pedro Florentino
Design: Rafael Galhardas
Produção: ÉTER – Produção Cultural​

quinta-feira, 21 de junho de 2018

Solstício de Verão 2018

O Solstício de Verão ocorrerá no dia 21 de junho de 2018 às 11h07min, marcando o início da estação no hemisfério norte (a mais quente apesar da Terra vir a estar o mais longe do sol a 6 de Julho). O sol neste dia de solstício estará o mais alto possível no céu em Lisboa e aquando da sua passagem meridiana atingirá a altura máxima de 75° .
A tabela abaixo mostra que a duração do dia no Solstício de Verão é efetivamente a mais longa. A 21 de junho de 2018 o disco solar nascerá às 06:11:46 horas e pôr-se-á às 21:04:53 horas em Lisboa.
A duração do dia será de 14:53:07 horas, o que é apenas 1 segundo a mais do que no dia anterior.
O Verão prolonga-se por 93,66 dias até ao próximo Equinócio, a 23 de Setembro de 2018.
Solstícios: pontos da eclíptica em que o Sol atinge as alturas (distância angular) máxima e mínima em relação ao equador, isto é, pontos em que a declinação solar atinge extremos: máxima no solstício de Verão (+23° 26′) e mínima no solstício de Inverno (-23° 26′). A palavra de origem latina (Solstitium) associa-se ao facto do Sol travar o movimento diário de afastamento ao plano equatorial e “estacionar” ao atingir a sua posição mais alta ou mais baixa no céu local.

terça-feira, 12 de junho de 2018

Austrália: Festival Lusomia “Prazeres de Portugal”

Teve lugar nos dias 5 a 11 de junho de 2018, em Sidney, Austrália, a 1ª Edição do Festival Lusomia “Prazeres de Portugal” – uma celebração da cultura e da gastronomia tradicional e contemporânea portuguesa.
A iniciativa pretendeu projetar a imagem de um Portugal moderno e contemporâneo na Austrália, proporcionando, durante 7 dias, vários eventos em locais icónicos da cidade de Sidney nas áreas da música, fotografia, moda, vinhos e gastronomia. Pretendeu-se igualmente valorizar a marca “Portugal” e conferir maior visibilidade aos produtos portugueses, com o intuito de promover a sua penetração no mercado australiano.
O Festival Lusomia contou com os apoios da Emirates, do Camões, I.P., da Embaixada de Portugal em Camberra e do Consulado Geral em Sidney, bem como da Frontline Media and Events & Lumiapixel, Simbiose, Ultimate Rentals, Jarpen Global, Global Aquatica, CK Finance and Advisory e da Fundamental Business Finance (Supporting Partners).
Na vertente Gastronomia & Vinhos, destaque para as participações do Executive ChefJúlio Pereira, Chef José Silva e Chef André Sá Correia, bem como do Master SommelierJoão Pires, Head Sommelier Carlos Simões, dos produtores de vinhos Tiago Alves de Sousa e Jorge Nunes Symington e dos mixologistas “Red Frog”.
Na vertente Arte & Cultura, destaque também para os artistas que se deslocaram de Portugal para o efeito, incluindo o fotógrafo Bruno Saavedra, o pianista e compositor André Barros, a violinista Cátia Alexandra Santos, a bailarina Joana Inês Santos, a fadista Beatriz Felício e os músicos Paulo Valentim e João Domingos.
A apresentação do evento esteve a cargo da jornalista lusodescendente da cadeia de televisão SkyNews, Ana Neves.

quarta-feira, 23 de maio de 2018

Feira do Livro: maior que nunca e com novo horário

Há 88 anos que a Feira do Livro nos enche de desculpas para rechear as prateleiras lá de casa. O evento regressa ao Parque Eduardo VII já esta sexta-feira, 25, e a cada ano cresce para voltar a ser a maior edição de sempre. Em 2018 são 294 pavilhões, a competir com os 286 do ano passado.
Ilustração: Ricardo Cabral
Uma das novidades deste ano é a mudança da Hora H – a iniciativa que leva muita gente a tentar o melhor negócio por este ou aquele livro. O horário da feira mudou, passando a encerrar uma hora mais cedo de domingo a quinta, às 22.00. Mas descanse, que a Hora H acontece à mesma, agora entre as 21.00 e as 22.00. As regras são simples: de segunda a quinta, pode comprar com o desconto mínimo de 50%, livros lançados há mais de 18 meses. Aderem editoras como a Saída de Emergência, a Leya, a Porto Editora, a Esfera dos Livros, a Guerra e Paz, a Presença, a Tinta da China ou a Presença.  Em 2017, a Feira recebeu 537 mil visitantes, cerca de 29 mil por dia, e o objectivo deste ano é ultrapassar esse número. 2018 também é o ano em que a Feira do Livro cresce para a zona norte, o que o vai fazer subir mais uns metros se quiser aconchegar o estômago entre as compras porque é lá que estará a zona de restauração. O Grande Auditório que ocupou esse espaço noutras edições fica agora na entrada principal da Feira, junto ao Marquês. Junto ao Auditório, os visitantes podem ver a exposição “88 anos de imagens com história”, uma retrospectiva dos anos anteriores – desde os anos 30, com as primeiras edições do evento no Rossio. A zona oeste vai ser ocupada pelos showcookings – estão programadas quase 30 sessões, com foco principal na alimentação saudável e estilos de vida alternativa.  

sexta-feira, 4 de maio de 2018

Sugestões fim de semana

Até 3 junho '18 | Exposição

UM MUSEU DO OUTRO MUNDO

José de Guimarães nos 30 anos da Fundação Oriente e nos 10 anos do Museu do Oriente.

Peças inéditas do artista e obras do Museu revelam novos lugares e significados, numa exposição surpreendente. Ver mais em: https://bit.ly/2I7eYlN



quarta-feira, 2 de maio de 2018

Semana da Língua Portuguesa

O Grupo ENSINUS, Parceiro Oficial da Semana da Língua Portuguesa e da Cultura na CPLP, que decorre de 2 a 5 de Maio de 2018, Guiné-Bissau, estará presente nas respetivas Comemorações, associando-se como Parceiro Estratégico na Promoção de Uma Comunidade, Uma Língua e Quatro Continentes.


segunda-feira, 23 de abril de 2018

Dia do Livro e dos Direitos de Autor

O Centro de Recursos agradece a presença do Senhor Domingos Cabral, no Dia do Livro e dos Direitos de Autor, no âmbito das disciplinas de Psicologia/Sociologia e de Português, que nos apresentou a Problemática Policiária, a Literatura Policial Portuguesa (antes e depois de Pessoa) e o Conto Policial. 


quarta-feira, 21 de março de 2018

DIA MUNDIAL DA POESIA - NATÁLIA CORREIA

Dia 24 de março, pelas 15h00, no Centro Cultural de Belém - Sala Almada Negreiros.
Entrada livre

NATÁLIA – VOZ SEMPRE REBELDE
A rica imaginação metafórica de Natália Correia (1923-1993) coloca-a num lugar especial na literatura do século XX.



PROGRAMA15H00 - Abertura
Elísio Summavielle
Guilherme d’Oliveira Martins

A intervenção cívica e cultural
Guilherme d'Oliveira Martins
Álvaro Laborinho Lúcio

O pensamento inovador
Adalberto Alves
Fernando Dacosta  

- Intervalo -

A diversidade criativaJosé Carlos de Vasconcelos
Manuela Ramalho Eanes
Ana Paula Costa
“Nome: Natália”, por Maria Emília Castanheira

quinta-feira, 8 de março de 2018

Farsa de Inês Pereira

Hoje fomos ao teatro e foi formidável mais uma vez!

EVOCAR HELENA VAZ DA SILVA NO DIA INTERNACIONAL DA MULHER

Neste Dia da Mulher partilhamos reflexões de Helena Vaz da Silva (1939-2002), Presidente do CNC entre 1978 e 2002
(…) “A maior conquista das mulheres é que o princípio da igualdade esteja hoje, nas sociedades democráticas ocidentais, consagrado ao nível das leis e das instituições. Valeu a pena o esforço de todas as pioneiras que lutaram pelos “direitos das mulheres”, valeu até a pena o desvio folclórico de algum feminismo exacerbado - que, confesso, nunca partilhei. As grandes conferências da ONU, do Cairo e de Pequim foram pontas do iceberg de um longo combate individual e colectivo que está a dar os seus frutos. O próprio termo “direitos das mulheres” já pertence ao passado. A luta não é mais por um lugar ao sol, mas pela paridade na diferença.
A batalha institucional na Europa já está quase ganha - Livros Verdes, Directivas, Regulamentos e programas de Acção Comunitários consagram a igualdade de oportunidades que é afinal a única igualdade que interessa. Consagra-se o conceito de “mainstreaming” que quer dizer tirar o combate das mulheres do “ghetto” e fazer dessa igualdade um objectivo em todas as políticas sectoriais. … Falta ganhar a batalha da sociedade, a batalha das mentalidades. Essa passa por um conceito de responsabilidade partilhada na vida doméstica e familiar, pela igualdade de acesso aos postos de decisão, por um estatuto de independência da mulher em matéria financeira e fiscal, pela efectiva punição da violência doméstica e da discriminação baseada no sexo. Muita coisa pode estar na lei mas, se não tiver entrado nas cabeças, não passa à prática”
- Resposta de HVS a inquérito do jornal Público, em outubro de 1998

(…) “Acho que as mulheres tendem a dominar aquilo em que se metem. Não sendo a cultura tradicionalmente uma área de poder, os homens terão deixado aí, talvez por isso, campo livre às mulheres. Mas agora começa a sê-lo. Começa-se a perceber, no novo milénio, que é pela cultura que se vai lá. É uma arma, tanto para o avanço pessoal, como para o desenvolvimento de regiões deprimidas como para as relações internacionais.

A verdadeira questão é saber quando haverá mulheres à frente de instituições de todo o tipo e mulheres que não precisem de se armar em homens para aí estarem A verdadeira questão é saber quanto mais tempo teremos de perder até que se estabeleça um equilíbrio saudável entre os princípios feminino e masculino na sociedade. Será o caminho para mais tolerância e mais harmonia.”
- Respostas a inquérito sobre Mulheres e Cultura, em agosto de 1999

terça-feira, 6 de março de 2018

Cem Anos de Solidão


Gabriel García Márquez celebrava esta terça-feira 91 anos. Em homenagem ao escritor colombiano, o Google dedica-lhe um doodle colorido onde se pode observar o seu retrato e a cidade mágica de Macondo, que ganhou vida no clássico Cem Anos de Solidão. A ilustração foi feita por Matthew Cruickshank.