Por entre os sons da música, ao ouvido
como a uma porta que ficou entreaberta
o que se me revela em ter sentido
é o que por essa música encoberta
acena em vão do outro lado dela
e eu sinto como a voz que respondesse
ao que em mim não chamou nem está nela,
porque é só o desejar que aí batesse.
Vergílio Ferreira, in 'Conta-Corrente 1'
terça-feira, 17 de novembro de 2015
sexta-feira, 13 de novembro de 2015
Sugestões para o Fim de Semana
Charivari Lab - 14 de novembro
às 17 horas
Travessa Pereira, 35-A
Gratuito
Mais uma noite sombria em Gotham City. A cidade dorme, descansada,
alheia ao crime organizado que habita o submundo. De repente, um grito
desesperado de mulher. Quem pode ajudar? A polícia, corrupta e desligada
da realidade? Não! Basta olhar para o céu e lá encontramos a resposta,
num feixe de luz. Batman, claro! Quem mais?
Bruce Wayne, o bilionário dono das Wayne Enterprises, é Batman desde
1939. Criança traumatizada pela morte dos seus pais, a que assistiu,
cresce para vingar a morte deles e para castigar todos os criminosos que
não deixam Gotham City dormir em paz.
Esta história, com tantas personagens e episódios, vive no nosso
imaginário desde pequenos. E vive também no imaginário de tantos
artistas pelo mundo fora, agora reunidos em Lisboa nesta exposição relâmpago, dedicada inteiramente à personagem da DC Comics.
20 ilustrações de verdadeiras lendas dos comics – edições limitadas e
assinadas -, estão à venda a começar hoje e a terminar assim que todas
estiverem vendidas. Ou seja, tens de ir mesmo hoje, senão, nem o próprio
te vai salvar.
by: Le Coll
Caminhe no Dia Mundial da Diabetes - 14 de novembro
às 17 horas
Miradouro da Nossa Senhora do Monte
Gratuito
O dia mundial da Diabetes, sábado dia 14 de novembro, assinala-se com
uma caminhada noturna pelos miradouros de Lisboa, sendo o ponto de
partida o miradouro da nossa senhora do Monte,
às 17h00. Há um aquecimento com aula de zumba, às 17h30 e, às 18h00,
começa a caminhada em direção à praça do Município. Por fim, pelas
19h30, os participantes formam um círculo azul, que simboliza a luta
contra a diabetes. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas
através do número de telefone 218 171 504.
Exposição all-around - de 14 de novembro a 12 de março
A Galeria Municipal Vieira da Silva, no Parque da Cidade de Loures, recebe, a partir de 14 de novembro, a exposição all-around, de Paulo Canilhas.
Exposição Comida na panela não tem dono - de 6 de novembro a 27 de dezembro
SEG a SÁB - 11H00 às 21H00
[em dias de espetáculo estará patente até às 23H00]
DOM - 14H00 às 19H00
Entrada Livre
[em dias de espetáculo estará patente até às 23H00]
DOM - 14H00 às 19H00
Entrada Livre
"Comida na panela não tem dono” é o provérbio guineense que dá o
título a esta instalação fotográfica de Marta Dias, com imagens captadas
durante uma missão humanitária na Guiné-Bissau.
As fotografias representam a partilha de experiências entre a autora e
os seus visitantes, sendo que metade da aquisição das obras reverte a
favor das comunidades locais.
quinta-feira, 12 de novembro de 2015
A vida de Steve Jobs volta ao cinema. Filme estreia hoje
Transformar sonhos em realidade é a manifestação suprema do espírito empreendedor. Steve Jobs fez isso como ninguém!
O filme foca três momentos cruciais na história da
Apple: a apresentação do computador Macintosh (1984), da estação de
trabalho NeXT (1988) e do iMac (1998), centrando-se sobretudo na
juventude de Steve Jobs. Também mostra aspetos da vida pessoal do ator,
como a relação com a filha.
O filme é realizado por Danny Boyle,
que já reconheceu as dificuldades de levar o projeto até ao fim e as
pressões para desistir de que foi alvo não só ele como a equipa e atores
que não chegaram a participar no projeto por causa dessa pressão.
O
argumento de Steve Jobs é da autoria de Aaron Sorkin, que também
escreveu a história de Mark Zuckerberg para o cinema, a partir da
biografia de Walter Isaacson.
Steve Jobs é interpretado por
Michael Fassbender. Kate Winslet veste a pele da diretora de marketing,
Seth Rogen é Steve Wozniak e Jeff Daniels será John Sculley, o antigo
CEO da Apple.
quarta-feira, 11 de novembro de 2015
As tradições do dia de São Martinho
O dia de São Martinho é festejado um pouco por toda a Europa, mas as
celebrações variam de país para país. Em Portugal é tradição fazer-se um
grande magusto, beber-se água-pé e jeropiga. Esta é também uma altura
em que se prova o novo vinho, produzido com a colheita do ano anterior.
Como diz o ditado popular, “no dia de São Martinho, vai à adega e prova o
vinho”.
De acordo com alguns autores, como José Leite de
Vasconcelos e Ernesto Veiga de Oliveira, a realização dos magustos
remonta a uma antiga tradição de comemoração do Dia de Todos os Santos,
onde se acendiam fogueiras e se assavam castanhas. Em outros países,
como na Alemanha, acendem-se fogueiras e fazem-se procissões, e em
Espanha matam-se porcos, tradição que deu origem ao ditado popular “a
cada cerdo le llega su San Martín” (“cada porco tem o seu São
Martinho”). Também no Reino Unido existe a expressão “verão de São
Martinho” que, apesar de já raramente utilizada, está também ligada com a
crença de que o tempo melhora nos dias que antecedem o feriado.
Em Portugal, é tradição comerem-se castanhas assadas
Fonte: Observador
segunda-feira, 9 de novembro de 2015
Festival de Balões de Ar Quente: Alentejo de olhos no céu e voos grátis!
Se as condições meteorológicas ajudarem, os céus do norte alentejano
vão encher-se de balões de ar quente, cujos voos proporcionam sempre
bonitas e coloridas imagens. A 19.ª edição do Festival
Internacional Rubis Gás Balões de Ar Quente regressa às vilas de Alter
do Chão, Fronteira e Monforte, entre os dias 8 e 15 de novembro.
Nesta edição, o evento conta com a participação de 35 equipas de vários países
(Portugal, Espanha, França, Bélgica, Reino Unido, Holanda e Alemanha).
Todos os pilotos presentes no festival são profissionais com créditos
firmados no balonismo, pelo que a Publibalão,
que organiza o Festival, em parceria com a Alentejo sem Fronteiras –
Clube de Balonismo, garante que é “totalmente seguro voar com qualquer
uma das equipas”.
Como manda a tradição, a organização convida todos os visitantes a experimentarem gratuitamente a sensação de voar. Estes voos, abertos a passageiros, decorrem de 9 a 14 de novembro, exceto dia 11 (dia livre para pilotos e equipas). Para
cada dia do Festival Internacional Rubis Gás Balões de Ar Quente
existem locais específicos para os visitantes poderem usufruir dos voos
grátis, sempre às 6h45 e 14h45. Em Alter do Chão (dias 9 e 14), o ponto de encontro é junto ao Campo de Futebol de Alter do Chão, e em Fronteira (dias 10 e 13), na Reta de todo-o-terreno de Fronteira ou no terreno da Ribeira das Vargens de Fronteira. Em Monforte, os voos ainda vão ser definidos e divulgados na página de Facebook do Festival Internacional Rubis Gás Balões de Ar Quente.
Refira-se ainda que os voos gratuitos estão sujeitos à “verificação de
vagas disponíveis vs. Número de passageiros e respetiva distribuição”.
A organização reafirma que os objetivos primordiais do festival
passam pela “promoção da prática do balonismo em Portugal, pelo reforço
da aposta no impacto do festival nas localidades aderentes”, concluindo
que esta é uma “excelente forma de promover o Alentejo como região
turística de excelência”.
Fonte: Expresso
sexta-feira, 6 de novembro de 2015
1º FESTIVAL DE CREATIVE E DIY
O Pestana Palace foi o local escolhido para receber o 1º Festival de Creative e DIY (do it yourself) em Portugal. A 7 e 8 de novembro, o Idé Lisboa irá promover e expor produtos, marcas e atividades relacionadas com uma das maiores tendências, trabalhos manuais e DIY. O Idé Lisboa nasceu do interesse crescente pelas atividades relacionadas com trabalhos manuais, pelo prazer de construir e desenvolver algo de raiz e de forma personalizada e criativa.
quarta-feira, 4 de novembro de 2015
SESSÃO DE HOMENAGEM A JOSÉ FONSECA E COSTA
Hoje, às 21h30m, em sessão de homenagem ao realizador português José Fonseca e Costa, recentemente desaparecido, a Cinemateca apresenta o seu filme Sem Sombra de Pecado, baseado no conto E Aos Costumes Disse Nada, de David Mourão Ferreira.
SEM SOMBRA DE PECADO
Portugal 1983, 104 minutos
Com Victoria Abril, Mário Viegas, Isabel de Castro, João Perry, Armando Cortez, Lia Gama
RETORNAR — TRAÇOS DE MEMÓRIA
«Retornar — Traços de Memória propõe, ao longo de quatro meses e em vários espaços, uma reflexão sobre os 40 anos da vinda das ex-colónias portuguesas de África, através de debates, teatro, performances, visitas comentadas e intervenção urbana na zona ribeirinha. Retornar - Traços de Memória é uma iniciativa da EGEAC, desenvolvida pelas Galerias Municipais de Lisboa, que assinala os 40 anos do movimento que ficou conhecido por retorno das ex-colónias portuguesas e teve o seu auge na ponte aérea de 1975.
Com uma programação transdisciplinar que decorre ao longo de quatro meses, a iniciativa apresenta olhares da arte, literatura, antropologia, história e política, para promover o diálogo e o conhecimento sobre o fim do império colonial português. Num projeto que promove o cruzamento entre as artes e as ciências humanas, a exposição inaugura um novo espaço expositivo: a Galeria Avenida da Índia, em Belém.
Comissariada pela antropóloga Elsa Peralta, a iniciativa baseia-se em investigação académica no diálogo com o trabalho de artistas como Manuel Santos Maia. Com um enfoque na experiência humana, a exposição inclui testemunhos pessoais inéditos, documentos históricos, fotografias de época e de autor e memorabília pessoal.
Na zona ribeirinha, junto ao Padrão dos Descobrimentos, haverá uma intervenção urbana com contentores que introduz o tema da exposição através da exibição de uma fotografia de Alfredo Cunha, tirada naquele preciso local, em 1975.
Ao longo dos quatro meses em que a exposição estará patente ao público, o Padrão dos Descobrimentos, local simbólico da construção da memória imperial portuguesa, acolherá debates que refletem diferentes olhares sobre este momento histórico, através de personalidades como Eduardo Lourenço, Adriano Moreira, Dulce Maria Cardoso, entre outros. Na Galeria Avenida da Índia, um programa de visitas comentadas, que promove a reflexão sobre a experiência do retornar, conta com a participação de académicos e ensaístas como Maria Filomena Molder e António Pinto Ribeiro.
Joana Craveiro, atriz e encenadora com um vasto trabalho artístico sobre questões pós-coloniais, apresentará uma performance no Padrão dos Descobrimentos intitulada Um museu vivo de memórias pequenas e esquecidas.
Em Janeiro, o Teatro São Luiz acolherá o espetáculo Portugal Não é Um País Pequeno, de André Amálio, que relata a experiência de antigos colonos portugueses a partir de testemunhos reais.»
terça-feira, 3 de novembro de 2015
Prémio Nobel da Literatura 2015
Svetlana Aleksievitch, conceituada escritora e jornalista, nasceu em
1948 em Minsk, na Bielorrússia. Os seus livros estão traduzidos em 22
línguas e foram já adaptados a peças de teatro e documentários.
Considerada uma das autoras mais prestigiadas a escrever sobre a URSS,
os seus trabalhos têm recebido uma enorme aceitação por parte da
crítica, tendo sido galardoados com importantes prémios internacionais,
como o Erich Maria Remarque Peace Prize, em 2001, o National Book
Critics Circle Award, em 2006, e o Prémio Nobel da Literatura, em 2015. O
seu mais recente livro, O Fim do Homem Soviético, recebeu o Prémio Médicis Ensaio, em 2013, e foi considerado o Melhor Livro do Ano pela revista Lire. O Fim do Homem Soviético
Sinopse
Volvidas mais de duas décadas sobre a desagregação da URSS, que
permitiu aos russos descobrir o mundo e ao mundo descobrir os russos, e
após um breve período de enamoramento, o final feliz tão aguardado pela
história mundial tem vindo a ser sucessivamente adiado. O mundo parece
voltar ao tempo da Guerra Fria.
Enquanto no Ocidente ainda se recorda a era Gorbatchov com alguma
simpatia, na Rússia há quem procure esquecer esse período e o designe
por a Catástrofe Russa. E, desde então, emergiu uma nova geração de
russos, que anseia pela grandiosidade de outrora, ao mesmo tempo que
exalta Estaline como um grande homem.
Com uma acuidade e uma atenção únicas, Svetlana Aleksievitch reinventa neste magnífico requiem
uma forma polifónica singular, dando voz a centenas de testemunhas, os
humilhados e ofendidos, os desiludidos, o homem e a mulher
pós-soviéticos, para assim manter viva a memória da tragédia da URSS e
narrar a pequena história que está por trás de uma grande utopia.
Críticas de imprensa
«Soberbo. A palavra falada transforma-se em literatura.»
France Culture
«Svetlana Aleksievitch tem o dom de desfiar a existência humana.»
Femina
«Um magnífico mausoléu em homenagem a um tempo desaparecido.»
Le Monde
«O homo sovieticus existe. Svetlana Aleksievitch encontrou-o.»
Le Figaro Littéraire
«Um grande livro […], ao mesmo tempo infinitamente doloroso e vibrante.»
Télérama
Os palácios também lavam a cara
Depois de três árduos anos de trabalho, o Salão Nobre do Palácio da
Pena está finalmente restaurado por completo. Melhor ainda: o salão, as
Escadas das Cabaças e a Sala de Entrada. Os lustres estão mais bonitos, o
pavimento foi todo recuperado, o mobiliário encomendado por D. Fernando
parece novo, entre muitas outras melhorias que representam um
investimento de cerca de 262 mil euros.
segunda-feira, 2 de novembro de 2015
Abriram a arca de Hemingway
«Sabia que Ernest Miller Hemingway era um “pack rat“, alguém compulsivo por guardar tudo, desde passaportes caducados e bilhetes de touradas até papéis amarrotados com ideias e rascunhos? O New York Times não tem dúvidas: o autor de O Adeus às Armas deixou um dos maiores espólios pessoais quando comparado com qualquer outro escritor célebre do século XX. E se hoje é possível ver a sua arca pessoal e transmissível pela primeira vez, isso deve-se ao presidente John F. Kennedy, que após o suicídio de Hemingway, em 1961, ajudou a viúva, Mary, a entrar em Cuba para resgatar boa parte dos pertences do marido.
Esboços dos primeiros contos, apontamentos, manuscritos e exemplares únicos de romances de antologia, como Por Quem os Sinos Dobram, correspondência com Gertrude Stein ou F. Scott Fitzgerald – colegas de ofício em Paris nos anos 20 –, objetos, bilhetes, documentos e fotografias são matéria-prima exclusiva de “Ernest Hemingway: Between Two Wars”, apresentada como a grande exposição retrospetiva do Nobel da Literatura norte-americano.
As duas grandes Guerras Mundiais (1914-1918 e 1939-1945) servem como âncoras para um desfiar de apontamentos biográficos que revelam as várias facetas de Hemingway (1899-1961): correspondente de guerra; condutor de ambulâncias da Cruz Vermelha italiana – pode vê-lo em 1918, de muletas, fardado, a recuperar de um acidente ocorrido quando transportava cigarros e chocolates para os soldados –; pescador, a bordo do seu barco «Pilar», na companhia de Carlos Gutiérrez, o cubano que serviu de modelo para O Velho e o Mar; caçador, boémio, fã de touradas e das festas de San Fermin, em Pamplona.
Qualquer que seja a geografia – França, Paris, Cuba ou Estados Unidos –, Ernest Hemingway mantinha o seu hábito de “pack rat“, o que nos permite hoje concluir que era inseguro quanto aos títulos das suas obras. Só para O Adeus às Armas (A Farewell to Arms), por exemplo, fez uma lista de 45 hipóteses, entre elas Sorrow for Pleasure, The Carnal Education ou Every Night and All. Quando começou a Segunda Guerra Mundial, alcançara o estatuto de “Papa”, como era tratado por familiares, amigos e outros escritores (J.D. Salinger, por exemplo).»
Vá até Nova Iorque para ver Ernest Hemingway: Between Two Wars, exposição aberta ao público até 31 de janeiro de 2016 no Morgan & Library Museum,.
sexta-feira, 30 de outubro de 2015
E porque hoje é sexta-feira
Na noite de sexta-feira, 30 de outubro, o oculto vai animar o nosso bairro com a segunda Lisboa Halloween Parade.O objetivo é realizar o maior desfile de máscaras dedicado à Noite das Bruxas, com milhares de participantes encarnando vampiros, zombies, lobisomens e ... bruxas. Não há limite para a fantasia. Não há limite de idade. O limite é que todos se divirtam. E há apenas duas maneiras de o fazer na Lisboa Haloween Parade: mascarado dentro do desfile, ou para os menos corajosos, sem máscara, a assistir... No final, para as melhores fantasias haverá prémios sensacionais, em várias categorias.
Esta iniciativa em parceria com a Junta de Freguesia do Areeiro (Av. Guerra Junqueiro, Praça de Londres £ Av. de Roma), pretende promover o comércio de rua pelo que as lojas vão estar abertas até à meia noite, praticar descontos em produtos e serviços e estar decoradas a rigor. Haverá música, animação, petiscos inspirados no tema e muitas surpresas.
Contamos com todos!! Queremos que o Lisboa Halloween Parade seja o maior e mais divertido desfile de vampiros, zombies, lobisomens e bruxas alguma vez realizado em Portugal.
Junte-se a nós!! Vai ser inesquecível!
Entre 30 de Outubro e 1 de Novembro, Cascais saúda em grande o regresso desta bela estação com a realização do Mercado de Outono.
O evento terá lugar, como já vem sendo habitual, no espaço do Mercado
da Vila, e apresenta um programa que recria o espirito gastronómico do
Outono, com produtos provenientes de várias regiões de Portugal.
A entrada é gratuita e pode ainda optar por viajar com a CP, pelo valor de €2,00 (ida e volta).
Para saber mais sobre os artesãos e as marcas que irão estar presentes no Mercado de Outono’15 clique em https://www.facebook.com/MercadoDaVilaLovers
Mercado de Outono´15 | Mercado da Vila de Cascais
Horário | 6ªfª, 30/10 das 16h00 às 24h00 | Sábado 31/10 das 10h00 às 24h00 | Domingo 1 de Novembro das 10h00 às 22h00.
Flashback | Fotografia
Centro de Exposições de Odivelas
de Francisco Penim Redondo sendo um entusiasta da fotografia e colecionador de
máquinas fotográficas com um espólio que ascende as 300 máquinas
provenientes dos vários cantos do mundo.
Novos Conceitos, com livros!
Abriu em outubro um hotel literário em Óbidos. Os donos dizem que é único no mundo. Há cocktails e jantares literários.
O edifício da Rua Dom João de Ornelas, em Óbidos, nunca deixou
de receber hóspedes. É assim desde 1965, quando um antigo convento do
século XIX se transformou numa estalagem. 50 anos depois, o casal Telmo
Faria e Marta Garcia, donos do Rio do Prado, trouxe os primeiros livros
para o edifício. Queriam abrir um hotel literário. Em outubro, afixaram a
placa com o novo nome: The Literary Man (o homem literário, em tradução
livre).
Livros de filosofia, gastronomia, saúde,
viagens, desporto, paisagens e literatura, claro. Há livros que nunca
mais acabam. 45 mil títulos espalhados por todas as partes do hotel. “A
grande maioria está em língua inglesa”, explica à NiT Telmo Faria,
proprietário do hotel.
“Temos os 300 autores mais lidos de sempre, como John Grisham, Nora Roberts e Dan Brown”. E acrescenta:“Os hotéis literários lá fora são pouco expressivos, têm entre três a quatro mil livros no máximo”.
Aqui
há muitos mais. Livros antigos, de investigação, grandes clássicos e
algumas raridades. “Passámos muito tempo a estudar o que é que fazia
falta nas livrarias portuguesas. Não queríamos ter uma oferta que fosse
igual ao que já existe na rede de livrarias do País”.
O
The Literary Man tem 30 quartos, alguns em antigas celas de freiras, e
um restaurante, que também funciona como sala de pequenos-almoços e bar
de gin. Há ainda serviço de massagens, que funcionam na antiga cave de
vinhos. Para o ano o hotel pretende ter também um spa com sauna e banho
turco.
A estalagem tinha 31 quartos. Atualmente estão a funcionar 30, mas o hotel quer reduzir esse número para 27. “Queremos tornar alguns quartos maiores, sobretudo nas celas [a ala onde dormiam as freiras]”. Os quartos estão a ser remodelados aos poucos, e para já nove estão finalizados. Mudou tudo: com um estilo bem mais contemporâneo, o espaço tornou-se também ecológico. A decoração ficou a cargo da própria equipa criativa do Rio do Prado, que num armazém alugado recicla, limpa e recria mobiliário e revestimentos a partir de madeiras, entre outros materiais, que estavam prontos para ir para o lixo. No restaurante, por exemplo, há mesas que foram feitas a partir de antigas portas do hotel e de outras casas no centro histórico.
A estalagem tinha 31 quartos. Atualmente estão a funcionar 30, mas o hotel quer reduzir esse número para 27. “Queremos tornar alguns quartos maiores, sobretudo nas celas [a ala onde dormiam as freiras]”. Os quartos estão a ser remodelados aos poucos, e para já nove estão finalizados. Mudou tudo: com um estilo bem mais contemporâneo, o espaço tornou-se também ecológico. A decoração ficou a cargo da própria equipa criativa do Rio do Prado, que num armazém alugado recicla, limpa e recria mobiliário e revestimentos a partir de madeiras, entre outros materiais, que estavam prontos para ir para o lixo. No restaurante, por exemplo, há mesas que foram feitas a partir de antigas portas do hotel e de outras casas no centro histórico.
Quanto
ao bar de gin — que se chama The Literary Gin Bar — começa a funcionar
assim que terminam os pequenos-almoços e está aberto até à meia-noite.
Há mais de 30 marcas de gin disponíveis, incluíndo cocktails literários,
como um Lolita (Amaretto Sour) ou um Moby Dick (Salty Dog).
Mas
voltemos aos livros. No The Literary Man, os livros estão mesmo por
toda a parte e podem ser consultados no local, requisitados, comprados,
doados, trocados ou oferecidos. Passamos a explicar melhor: no
restaurante há 15 mil livros só com coleções estrangeiras. Estão todos à
venda. No hall de entrada e zona de receção funciona a biblioteca, com
livros que toda a gente pode consultar e até requisitar (não precisa de
ser hóspede). Por fim, nas áreas comuns, nomeadamente na zona central de
passagem de pessoas, há cerca de mil livros (e vão ser mais) que foram
doados e estão agora à venda para ajudar uma instituição de caridade.
Os
hóspedes também podem trocar livros ou simplesmente doá-los: “Já tive
um cliente brasileiro que me deixou três livros porque já os tinha lido e
não queria voltar com eles”. Quanto à possibilidade de roubo — há
títulos mesmo por toda a parte e ninguém anda a vigiar ninguém —, Telmo
Faria não está preocupado. “Tive um cliente que me perguntou uma vez: ‘E se lhe roubarem um livro?’. Eu respondi-lhe: ‘Olhe, o pior que pode acontecer é alguém lê-lo.”
O hotel tem preços a partir dos 95€ por noite, com pequeno-almoço incluído.
Fonte:
terça-feira, 27 de outubro de 2015
Escola de Comércio de Lisboa abre primeiro contact center pedagógico em Portugal
No próximo
dia 28 de outubro será inaugurado, na Escola de Comércio de Lisboa, o
primeiro contact center pedagógico em Portugal. O novo equipamento surge
no âmbito do primeiro curso vocacional secundário para técnicos na área
dos contact centers a ser lançado em Portugal.
Esta formação vem contribuir para colmatar a necessidade de quadros intermédios qualificados no setor dos contact centers, que em Portugal emprega mais de 55 mil pessoas em mais de 400 contact centers, com um crescimento do emprego estimado em 9 por cento em 2014.
Neste contexto, a Escola de Comércio de Lisboa, em articulação com a PT Contact e a Associação Portuguesa de Contact Centers (APCC), concebeu e desenvolveu um curso de dupla certificação de nível 4, com a duração de dois anos e com uma forte componente prática, que irá abrir este ano as suas primeiras turmas com algumas dezenas de alunos.
“No Fórum de Empresários da Escola surgiu a necessidade de encontrar um novo perfil profissional que fosse de encontro às necessidades do mercado ao nível do atendimento e do contacto através de telefone, mail, vídeo, bem como da gestão da relação com o cliente”, afirma, em comunicado, Piedade Redondo Pereira, diretora da Escola de Comércio de Lisboa. “A ECL é hoje uma das entidades de referência no nosso país na formação inicial e ao longo da vida. Procuramos orientar os planos de estudos e dotarmo-nos de ferramentas que permitam responder às necessidades do tecido empresarial e antecipar a necessidade da existência de novas competências”.
A forte componente prática e de ligação ao tecido empresarial do novo curso exprime-se pela importância dos estágios em empresa, pela presença de profissionais do setor como formadores e pela formação prática em ambientes reais, de que o novo contact center pedagógico é um excelente exemplo, com uma sala completamente equipada com a colaboração da APCC, PT Contact, mpg, Plantronics e Altitude Software.
“A colaboração com as associações setoriais e o investimento na profissionalização, evolução e valorização do setor dos centros de contacto faz parte do ADN da Altitude Software”, refere, no mesmo documento, Raquel Serradilla, vice-presidente da Altitude Software para a Europa do Sul. “Temos uma politica consistente de apoio à formação nesta área e a iniciativas que valorizem os profissionais do setor. E é com grande prazer que apoiamos esta iniciativa inédita num setor em crescimento e que se está a qualificar e a começar a distinguir pela excelência e pelo valor acrescentado”.
Neste contexto, a Escola de Comércio de Lisboa, em articulação com a PT Contact e a Associação Portuguesa de Contact Centers (APCC), concebeu e desenvolveu um curso de dupla certificação de nível 4, com a duração de dois anos e com uma forte componente prática, que irá abrir este ano as suas primeiras turmas com algumas dezenas de alunos.
“No Fórum de Empresários da Escola surgiu a necessidade de encontrar um novo perfil profissional que fosse de encontro às necessidades do mercado ao nível do atendimento e do contacto através de telefone, mail, vídeo, bem como da gestão da relação com o cliente”, afirma, em comunicado, Piedade Redondo Pereira, diretora da Escola de Comércio de Lisboa. “A ECL é hoje uma das entidades de referência no nosso país na formação inicial e ao longo da vida. Procuramos orientar os planos de estudos e dotarmo-nos de ferramentas que permitam responder às necessidades do tecido empresarial e antecipar a necessidade da existência de novas competências”.
A forte componente prática e de ligação ao tecido empresarial do novo curso exprime-se pela importância dos estágios em empresa, pela presença de profissionais do setor como formadores e pela formação prática em ambientes reais, de que o novo contact center pedagógico é um excelente exemplo, com uma sala completamente equipada com a colaboração da APCC, PT Contact, mpg, Plantronics e Altitude Software.
“A colaboração com as associações setoriais e o investimento na profissionalização, evolução e valorização do setor dos centros de contacto faz parte do ADN da Altitude Software”, refere, no mesmo documento, Raquel Serradilla, vice-presidente da Altitude Software para a Europa do Sul. “Temos uma politica consistente de apoio à formação nesta área e a iniciativas que valorizem os profissionais do setor. E é com grande prazer que apoiamos esta iniciativa inédita num setor em crescimento e que se está a qualificar e a começar a distinguir pela excelência e pelo valor acrescentado”.
Fonte: B!Tmagazine
AmadoraBD celebra 100 anos de Quim e Manecas
Até 08 de novembro, o AmadoraBD estará no
Fórum Luís de Camões com várias exposições, feira do livro de BD e
ilustração, encontro com autores e sessões de autógrafos. Há ainda
exposições espalhadas pela Amadora e também por Lisboa e Almada.
Para a direção do festival, a banda desenhada de Stuart Carvalhais,
Quim e Manecas,
é "absolutamente vanguardista na história da banda
desenhada europeia". A exposição central contará ainda com desenhos
originais ou reproduções autorizadas que registam personagens como
Mafalda, Calvin, Little Nemo e Charlie Brown.
Destaque ainda para a exposição 'Putain de Guerre - A Guerra das
Trincheiras', do autor francês Jacques Tardi, que está já patente na
Bedeteca da Amadora. O autor também estará este fim-de-semana em
Portugal.
No Fórum Luís de Camões será possível ainda folhear algumas dezenas
de livros, fanzines e revistas de banda desenhada que compõem o ano
editorial português dos últimos meses.
Fonte: Noticias ao Minuto
segunda-feira, 26 de outubro de 2015
Um dia de chuva
Um dia de chuva é tão belo como um dia de sol.
Ambos existem; cada um como é.
Ambos existem; cada um como é.
Alberto Caeiro, in "Poemas Inconjuntos"
Heterónimo de Fernando Pessoa
Heterónimo de Fernando Pessoa
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