terça-feira, 17 de novembro de 2015

Por Entre os Sons da Música

Por entre os sons da música, ao ouvido
como a uma porta que ficou entreaberta
o que se me revela em ter sentido
é o que por essa música encoberta

acena em vão do outro lado dela
e eu sinto como a voz que respondesse
ao que em mim não chamou nem está nela,
porque é só o desejar que aí batesse.

Vergílio Ferreira, in 'Conta-Corrente 1'

...quase a mesma coisa


sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Sugestões para o Fim de Semana

Charivari Lab -  14 de novembro
 às 17 horas
Travessa Pereira, 35-A
Gratuito

Mais uma noite sombria em Gotham City. A cidade dorme, descansada, alheia ao crime organizado que habita o submundo. De repente, um grito desesperado de mulher. Quem pode ajudar? A polícia, corrupta e desligada da realidade? Não! Basta olhar para o céu e lá encontramos a resposta, num feixe de luz. Batman, claro! Quem mais?

Bruce Wayne, o bilionário dono das Wayne Enterprises, é Batman desde 1939. Criança traumatizada pela morte dos seus pais, a que assistiu, cresce para vingar a morte deles e para castigar todos os criminosos que não deixam Gotham City dormir em paz.

Esta história, com tantas personagens e episódios, vive no nosso imaginário desde pequenos. E vive também no imaginário de tantos artistas pelo mundo fora, agora reunidos em Lisboa nesta exposição relâmpago, dedicada inteiramente à personagem da DC Comics.

20 ilustrações de verdadeiras lendas dos comics – edições limitadas e assinadas -, estão à venda a começar hoje e a terminar assim que todas estiverem vendidas. Ou seja, tens de ir mesmo hoje, senão, nem o próprio te vai salvar.
by: Le Coll

Caminhe no Dia Mundial da Diabetes - 14 de novembro
às 17 horas 
Miradouro da Nossa Senhora do Monte
Gratuito

 O dia mundial da Diabetes, sábado dia 14 de novembro, assinala-se com uma caminhada noturna pelos miradouros de Lisboa, sendo o ponto de partida o miradouro da nossa senhora do Monte, às 17h00. Há um aquecimento com aula de zumba, às 17h30 e, às 18h00, começa a caminhada em direção à praça do Município. Por fim, pelas 19h30, os participantes formam um círculo azul, que simboliza a luta contra a diabetes. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas através do número de telefone 218 171 504.

Exposição all-around - de 14 de novembro a 12 de março

A Galeria Municipal Vieira da Silva, no Parque da Cidade de Loures, recebe, a partir de 14 de novembro, a exposição all-around, de Paulo Canilhas.



Exposição Comida na panela não tem dono - de 6 de novembro a 27 de dezembro
SEG a SÁB - 11H00 às 21H00
[em dias de espetáculo estará patente até às 23H00]
DOM - 14H00 às 19H00
Entrada Livre

 "Comida na panela não tem dono” é o provérbio guineense que dá o título a esta instalação fotográfica de Marta Dias, com imagens captadas durante uma missão humanitária na Guiné-Bissau.
As fotografias representam a partilha de experiências entre a autora e os seus visitantes, sendo que metade da aquisição das obras reverte a favor das comunidades locais.
 
 

Dias do Desassossego´15


quinta-feira, 12 de novembro de 2015

A vida de Steve Jobs volta ao cinema. Filme estreia hoje

Transformar sonhos em realidade é a manifestação suprema do espírito empreendedor. Steve Jobs fez isso como ninguém!

O filme foca três momentos cruciais na história da Apple: a apresentação do computador Macintosh (1984), da estação de trabalho NeXT (1988) e do iMac (1998), centrando-se sobretudo na juventude de Steve Jobs. Também mostra aspetos da vida pessoal do ator, como a relação com a filha.
O filme é realizado por Danny Boyle, que já reconheceu as dificuldades de levar o projeto até ao fim e as pressões para desistir de que foi alvo não só ele como a equipa e atores que não chegaram a participar no projeto por causa dessa pressão.
O argumento de Steve Jobs é da autoria de Aaron Sorkin, que também escreveu a história de Mark Zuckerberg para o cinema, a partir da biografia de Walter Isaacson.
Steve Jobs é interpretado por Michael Fassbender. Kate Winslet veste a pele da diretora de marketing, Seth Rogen é Steve Wozniak e Jeff Daniels será John Sculley, o antigo CEO da Apple.




quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Um delicioso..." Canto de leitura "


As tradições do dia de São Martinho

O dia de São Martinho é festejado um pouco por toda a Europa, mas as celebrações variam de país para país. Em Portugal é tradição fazer-se um grande magusto, beber-se água-pé e jeropiga. Esta é também uma altura em que se prova o novo vinho, produzido com a colheita do ano anterior. Como diz o ditado popular, “no dia de São Martinho, vai à adega e prova o vinho”.
De acordo com alguns autores, como José Leite de Vasconcelos e Ernesto Veiga de Oliveira, a realização dos magustos remonta a uma antiga tradição de comemoração do Dia de Todos os Santos, onde se acendiam fogueiras e se assavam castanhas. Em outros países, como na Alemanha, acendem-se fogueiras e fazem-se procissões, e em Espanha matam-se porcos, tradição que deu origem ao ditado popular “a cada cerdo le llega su San Martín” (“cada porco tem o seu São Martinho”). Também no Reino Unido existe a expressão “verão de São Martinho” que, apesar de já raramente utilizada, está também ligada com a crença de que o tempo melhora nos dias que antecedem o feriado.
 Em Portugal, é tradição comerem-se castanhas assadas

Fonte: Observador

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Festival de Balões de Ar Quente: Alentejo de olhos no céu e voos grátis!

Se as condições meteorológicas ajudarem, os céus do norte alentejano vão encher-se de balões de ar quente, cujos voos proporcionam sempre bonitas e coloridas imagens. A 19.ª edição do Festival Internacional Rubis Gás Balões de Ar Quente regressa às vilas de Alter do Chão, Fronteira e Monforte, entre os dias 8 e 15 de novembro.
Nesta edição, o evento conta com a participação de 35 equipas de vários países (Portugal, Espanha, França, Bélgica, Reino Unido, Holanda e Alemanha). Todos os pilotos presentes no festival são profissionais com créditos firmados no balonismo, pelo que a Publibalão, que organiza o Festival, em parceria com a Alentejo sem Fronteiras – Clube de Balonismo, garante que é “totalmente seguro voar com qualquer uma das equipas”.
Como manda a tradição, a organização convida todos os visitantes a experimentarem gratuitamente a sensação de voar. Estes voos, abertos a passageiros, decorrem de 9 a 14 de novembro, exceto dia 11 (dia livre para pilotos e equipas). Para cada dia do Festival Internacional Rubis Gás Balões de Ar Quente existem locais específicos para os visitantes poderem usufruir dos voos grátis, sempre às 6h45 e 14h45. Em Alter do Chão (dias 9 e 14), o ponto de encontro é junto ao Campo de Futebol de Alter do Chão, e em Fronteira (dias 10 e 13), na Reta de todo-o-terreno de Fronteira ou no terreno da Ribeira das Vargens de Fronteira. Em Monforte, os voos ainda vão ser definidos e divulgados na página de Facebook do Festival Internacional Rubis Gás Balões de Ar Quente. Refira-se ainda que os voos gratuitos estão sujeitos à “verificação de vagas disponíveis vs. Número de passageiros e respetiva distribuição”.
A organização reafirma que os objetivos primordiais do festival passam pela “promoção da prática do balonismo em Portugal, pelo reforço da aposta no impacto do festival nas localidades aderentes”, concluindo que esta é uma “excelente forma de promover o Alentejo como região turística de excelência”.

Fonte: Expresso

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

1º FESTIVAL DE CREATIVE E DIY



O Pestana Palace foi o local escolhido para receber o 1º Festival de Creative e DIY (do it yourself) em Portugal. A 7 e 8 de novembro, o Idé Lisboa irá promover e expor produtos, marcas e atividades relacionadas com uma das maiores tendências, trabalhos manuais e DIY. O Idé Lisboa nasceu do interesse crescente pelas atividades relacionadas com trabalhos manuais, pelo prazer de construir e desenvolver algo de raiz e de forma personalizada e criativa.

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

SESSÃO DE HOMENAGEM A JOSÉ FONSECA E COSTA

Hoje, às 21h30m, em sessão de homenagem ao realizador português José Fonseca e Costa, recentemente desaparecido, a Cinemateca apresenta o seu filme Sem Sombra de Pecado, baseado no conto E Aos Costumes Disse Nada, de David Mourão Ferreira.
 
SEM SOMBRA DE PECADO
Portugal 1983, 104 minutos
Com Victoria Abril, Mário Viegas, Isabel de Castro, João Perry, Armando Cortez, Lia Gama

RETORNAR — TRAÇOS DE MEMÓRIA

«Retornar — Traços de Memória pro­põe, ao longo de qua­tro meses e em vários espa­ços, uma refle­xão sobre os 40 anos da vinda das ex-colónias por­tu­gue­sas de África, atra­vés de deba­tes, tea­tro, per­for­man­ces, visi­tas comen­ta­das e inter­ven­ção urbana na zona ribeirinha. Retornar - Traços de Memória é uma ini­ci­a­tiva da EGEAC, desen­vol­vida pelas Galerias Municipais de Lisboa, que assi­nala os 40 anos do movi­mento que ficou conhe­cido por retorno das ex-colónias por­tu­gue­sas e teve o seu auge na ponte aérea de 1975.
 Com uma pro­gra­ma­ção trans­dis­ci­pli­nar que decorre ao longo de qua­tro meses, a ini­ci­a­tiva apre­senta olha­res da arte, lite­ra­tura, antro­po­lo­gia, his­tó­ria e polí­tica, para pro­mo­ver o diá­logo e o conhe­ci­mento sobre o fim do impé­rio colo­nial por­tu­guês. Num pro­jeto que pro­move o cru­za­mento entre as artes e as ciên­cias huma­nas, a expo­si­ção inau­gura um novo espaço expo­si­tivo: a Galeria Avenida da Índia, em Belém. 
Comissariada pela antro­pó­loga Elsa Peralta, a ini­ci­a­tiva baseia-se em inves­ti­ga­ção aca­dé­mica no diá­logo com o tra­ba­lho de artis­tas como Manuel Santos Maia. Com um enfo­que na expe­ri­ên­cia humana, a expo­si­ção inclui tes­te­mu­nhos pes­so­ais iné­di­tos, docu­men­tos his­tó­ri­cos, foto­gra­fias de época e de autor e memo­ra­bí­lia pessoal.
 Na zona ribei­ri­nha, junto ao Padrão dos Descobrimentos, haverá uma inter­ven­ção urbana com con­ten­to­res que intro­duz o tema da expo­si­ção atra­vés da exi­bi­ção de uma foto­gra­fia de Alfredo Cunha, tirada naquele pre­ciso local, em 1975.
Ao longo dos qua­tro meses em que a expo­si­ção estará patente ao público, o Padrão dos Descobrimentos, local sim­bó­lico da cons­tru­ção da memó­ria impe­rial por­tu­guesa, aco­lherá deba­tes que refle­tem dife­ren­tes olha­res sobre este momento his­tó­rico, atra­vés de per­so­na­li­da­des como Eduardo Lourenço, Adriano Moreira, Dulce Maria Cardoso, entre outros. Na Galeria Avenida da Índia, um pro­grama de visi­tas comen­ta­das, que pro­move a refle­xão sobre a expe­ri­ên­cia do retor­nar, conta com a par­ti­ci­pa­ção de aca­dé­mi­cos e ensaís­tas como Maria Filomena Molder e António Pinto Ribeiro.
 Joana Craveiro, atriz e ence­na­dora com um vasto tra­ba­lho artís­tico sobre ques­tões pós-coloniais, apre­sen­tará uma per­for­mance no Padrão dos Descobrimentos inti­tu­lada Um museu vivo de memó­rias peque­nas e esque­ci­das.
 Em Janeiro, o Teatro São Luiz aco­lherá o espe­tá­culo Portugal Não é Um País Pequeno, de André Amálio, que relata a expe­ri­ên­cia de anti­gos colo­nos por­tu­gue­ses a par­tir de tes­te­mu­nhos reais.»

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Prémio Nobel da Literatura 2015

Svetlana Aleksievitch, conceituada escritora e jornalista, nasceu em 1948 em Minsk, na Bielorrússia. Os seus livros estão traduzidos em 22 línguas e foram já adaptados a peças de teatro e documentários. Considerada uma das autoras mais prestigiadas a escrever sobre a URSS, os seus trabalhos têm recebido uma enorme aceitação por parte da crítica, tendo sido galardoados com importantes prémios internacionais, como o Erich Maria Remarque Peace Prize, em 2001, o National Book Critics Circle Award, em 2006, e o Prémio Nobel da Literatura, em 2015. O seu mais recente livro, O Fim do Homem Soviético, recebeu o Prémio Médicis Ensaio, em 2013, e foi considerado o Melhor Livro do Ano pela revista Lire

O Fim do Homem Soviético

Sinopse
 
Volvidas mais de duas décadas sobre a desagregação da URSS, que permitiu aos russos descobrir o mundo e ao mundo descobrir os russos, e após um breve período de enamoramento, o final feliz tão aguardado pela história mundial tem vindo a ser sucessivamente adiado. O mundo parece voltar ao tempo da Guerra Fria. Enquanto no Ocidente ainda se recorda a era Gorbatchov com alguma simpatia, na Rússia há quem procure esquecer esse período e o designe por a Catástrofe Russa. E, desde então, emergiu uma nova geração de russos, que anseia pela grandiosidade de outrora, ao mesmo tempo que exalta Estaline como um grande homem. Com uma acuidade e uma atenção únicas, Svetlana Aleksievitch reinventa neste magnífico requiem uma forma polifónica singular, dando voz a centenas de testemunhas, os humilhados e ofendidos, os desiludidos, o homem e a mulher pós-soviéticos, para assim manter viva a memória da tragédia da URSS e narrar a pequena história que está por trás de uma grande utopia.
 
Críticas de imprensa
«Soberbo. A palavra falada transforma-se em literatura.»
France Culture


«Svetlana Aleksievitch tem o dom de desfiar a existência humana.»
Femina


«Um magnífico mausoléu em homenagem a um tempo desaparecido.»
Le Monde


«O homo sovieticus existe. Svetlana Aleksievitch encontrou-o.»
Le Figaro Littéraire


«Um grande livro […], ao mesmo tempo infinitamente doloroso e vibrante.»
Télérama
 

 


Os palácios também lavam a cara


Depois de três árduos anos de trabalho, o Salão Nobre do Palácio da Pena está finalmente restaurado por completo. Melhor ainda: o salão, as Escadas das Cabaças e a Sala de Entrada. Os lustres estão mais bonitos, o pavimento foi todo recuperado, o mobiliário encomendado por D. Fernando parece novo, entre muitas outras melhorias que representam um investimento de cerca de 262 mil euros.

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Abriram a arca de Hemingway

«Sabia que Ernest Miller Hemingway era um “pack rat“, alguém compulsivo por guardar tudo, desde passaportes caducados e bilhetes de touradas até papéis amarrotados com ideias e rascunhos? O New York Times não tem dúvidas: o autor de O Adeus às Armas deixou um dos maiores espólios pessoais quando comparado com qualquer outro escritor célebre do século XX. E se hoje é possível ver a sua arca pessoal e transmissível pela primeira vez, isso deve-se ao presidente John F. Kennedy, que após o suicídio de Hemingway, em 1961, ajudou a viúva, Mary, a entrar em Cuba para resgatar boa parte dos pertences do marido.

Esboços dos primeiros contos, apontamentos, manuscritos e exemplares únicos de romances de antologia, como Por Quem os Sinos Dobram, correspondência com Gertrude Stein ou F. Scott Fitzgerald – colegas de ofício em Paris nos anos 20 –, objetos, bilhetes, documentos e fotografias são matéria-prima exclusiva de “Ernest Hemingway: Between Two Wars”, apresentada como a grande exposição retrospetiva do Nobel da Literatura norte-americano.

As duas grandes Guerras Mundiais (1914-1918 e 1939-1945) servem como âncoras para um desfiar de apontamentos biográficos que revelam as várias facetas de Hemingway (1899-1961): correspondente de guerra; condutor de ambulâncias da Cruz Vermelha italiana – pode vê-lo em 1918, de muletas, fardado, a recuperar de um acidente ocorrido quando transportava cigarros e chocolates para os soldados –; pescador, a bordo do seu barco «Pilar», na companhia de Carlos Gutiérrez, o cubano que serviu de modelo para O Velho e o Mar; caçador, boémio, fã de touradas e das festas de San Fermin, em Pamplona.

Qualquer que seja a geografia – França, Paris, Cuba ou Estados Unidos –, Ernest Hemingway mantinha o seu hábito de “pack rat“, o que nos permite hoje concluir que era inseguro quanto aos títulos das suas obras. Só para O Adeus às Armas (A Farewell to Arms), por exemplo, fez uma lista de 45 hipóteses, entre elas Sorrow for Pleasure, The Carnal Education ou Every Night and All. Quando começou a Segunda Guerra Mundial, alcançara o estatuto de “Papa”, como era tratado por familiares, amigos e outros escritores (J.D. Salinger, por exemplo).»

Vá até Nova Iorque para ver Ernest Hemingway: Between Two Wars, exposição aberta ao público até 31 de janeiro de 2016 no Morgan & Library Museum,.

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

E porque hoje é sexta-feira

Na noite de sexta-feira, 30 de outubro, o oculto vai animar o nosso bairro com a segunda Lisboa Halloween Parade.
O objetivo é realizar o maior desfile de máscaras dedicado à Noite das Bruxas, com milhares de participantes encarnando vampiros, zombies, lobisomens e ... bruxas. Não há limite para a fantasia. Não há limite de idade. O limite é que todos se divirtam. E há apenas duas maneiras de o fazer na Lisboa Haloween Parade: mascarado dentro do desfile, ou para os menos corajosos, sem máscara, a assistir... No final, para as melhores fantasias haverá prémios sensacionais, em várias categorias.
Esta iniciativa em parceria com a Junta de Freguesia do Areeiro (
Av. Guerra Junqueiro, Praça de Londres £ Av. de Roma), pretende promover o comércio de rua pelo que as lojas vão estar abertas até à meia noite, praticar descontos em produtos e serviços e estar decoradas a rigor. Haverá música, animação, petiscos inspirados no tema e muitas surpresas.
Contamos com todos!! Queremos que o Lisboa Halloween Parade seja o maior e mais divertido desfile de vampiros, zombies, lobisomens e bruxas alguma vez realizado em Portugal.
Junte-se a nós!! Vai ser inesquecível!


 
Entre 30 de Outubro e 1 de Novembro, Cascais saúda em grande o regresso desta bela estação com a realização do Mercado de Outono. O evento terá lugar, como já vem sendo habitual, no espaço do Mercado da Vila, e apresenta um programa que recria o espirito gastronómico do Outono, com produtos provenientes de várias regiões de Portugal.
entrada é gratuita e pode ainda optar por viajar com a CP, pelo valor de €2,00 (ida e volta).
Para saber mais sobre os artesãos e as marcas que irão estar presentes no Mercado de Outono’15 clique em https://www.facebook.com/MercadoDaVilaLovers
Mercado de Outono´15 | Mercado da Vila de Cascais
Horário |  6ªfª, 30/10 das 16h00 às 24h00 | Sábado 31/10 das 10h00 às 24h00 | Domingo 1 de Novembro das 10h00 às 22h00.

Flashback | Fotografia
Centro de Exposições de Odivelas
até 8 NOV
de Francisco Penim Redondo sendo um entusiasta da fotografia e colecionador de máquinas fotográficas com um espólio que ascende as 300 máquinas provenientes dos vários cantos do mundo.

Novos Conceitos, com livros!

Abriu em outubro um hotel literário em Óbidos. Os donos dizem que é único no mundo. Há cocktails e jantares literários.
O edifício da Rua Dom João de Ornelas, em Óbidos, nunca deixou de receber hóspedes. É assim desde 1965, quando um antigo convento do século XIX se transformou numa estalagem. 50 anos depois, o casal Telmo Faria e Marta Garcia, donos do Rio do Prado, trouxe os primeiros livros para o edifício. Queriam abrir um hotel literário. Em outubro, afixaram a placa com o novo nome: The Literary Man (o homem literário, em tradução livre). 
Livros de filosofia, gastronomia, saúde, viagens, desporto, paisagens e literatura, claro. Há livros que nunca mais acabam. 45 mil títulos espalhados por todas as partes do hotel. “A grande maioria está em língua inglesa”, explica à NiT Telmo Faria, proprietário do hotel. 
 “Temos os 300 autores mais lidos de sempre, como John Grisham, Nora Roberts e Dan Brown”. E acrescenta:“Os hotéis literários lá fora são pouco expressivos, têm entre três a quatro mil livros no máximo”.
Aqui há muitos mais. Livros antigos, de investigação, grandes clássicos e algumas raridades. “Passámos muito tempo a estudar o que é que fazia falta nas livrarias portuguesas. Não queríamos ter uma oferta que fosse igual ao que já existe na rede de livrarias do País”.
O The Literary Man tem 30 quartos, alguns em antigas celas de freiras, e um restaurante, que também funciona como sala de pequenos-almoços e bar de gin. Há ainda serviço de massagens, que funcionam na antiga cave de vinhos. Para o ano o hotel pretende ter também um spa com sauna e banho turco.
A estalagem tinha 31 quartos. Atualmente estão a funcionar 30, mas o hotel quer reduzir esse número para 27. “Queremos tornar alguns quartos maiores, sobretudo nas celas [a ala onde dormiam as freiras]”. Os quartos estão a ser remodelados aos poucos, e para já nove estão finalizados. Mudou tudo: com um estilo bem mais contemporâneo, o espaço tornou-se também ecológico. A decoração ficou a cargo da própria equipa criativa do Rio do Prado, que num armazém alugado recicla, limpa e recria mobiliário e revestimentos a partir de madeiras, entre outros materiais, que estavam prontos para ir para o lixo. No restaurante, por exemplo, há mesas que foram feitas a partir de antigas portas do hotel e de outras casas no centro histórico.

O restaurante do hotel chama-se Literary Restaurant, serve apenas jantares (almoços só por marcação) e tem capacidade para 156 pessoas. Na ementa há pratos típicos da cozinha tradicional portuguesa, pratos vegetarianos e menus literários. Em outubro, Virgina Woolf inspirou uma Tarte da Avó, John Steinbeck um Risotto de Cogumelos e Italo Calvino umas Moules Mariniére. “As ementas vão variando. Podem durar um mês, dois meses, ou até mais, se tiverem a ter muita procura”. A cozinha está sob o comando do chef Fernando Dias. O preço médio por refeição varia entre os 15€ e os 35€ (por pessoa, com bebidas incluídas).
Quanto ao bar de gin — que se chama The Literary Gin Bar — começa a funcionar assim que terminam os pequenos-almoços e está aberto até à meia-noite. Há mais de 30 marcas de gin disponíveis, incluíndo cocktails literários, como um Lolita (Amaretto Sour) ou um Moby Dick (Salty Dog). 
Mas voltemos aos livros. No The Literary Man, os livros estão mesmo por toda a parte e podem ser consultados no local, requisitados, comprados, doados, trocados ou oferecidos. Passamos a explicar melhor: no restaurante há 15 mil livros só com coleções estrangeiras. Estão todos à venda. No hall de entrada e zona de receção funciona a biblioteca, com livros que toda a gente pode consultar e até requisitar (não precisa de ser hóspede). Por fim, nas áreas comuns, nomeadamente na zona central de passagem de pessoas, há cerca de mil livros (e vão ser mais) que foram doados e estão agora à venda para ajudar uma instituição de caridade.
Os hóspedes também podem trocar livros ou simplesmente doá-los: “Já tive um cliente brasileiro que me deixou três livros porque já os tinha lido e não queria voltar com eles”. Quanto à possibilidade de roubo — há títulos mesmo por toda a parte e ninguém anda a vigiar ninguém —, Telmo Faria não está preocupado. “Tive um cliente que me perguntou uma vez: ‘E se lhe roubarem um livro?’. Eu respondi-lhe: ‘Olhe, o pior que pode acontecer é alguém lê-lo.”

O hotel tem preços a partir dos 95€ por noite, com pequeno-almoço incluído.
                                                                                             
                                                                 Fonte:


 

terça-feira, 27 de outubro de 2015

Bons sonhos!


Escola de Comércio de Lisboa abre primeiro contact center pedagógico em Portugal

No próximo dia 28 de outubro será inaugurado, na Escola de Comércio de Lisboa, o primeiro contact center pedagógico em Portugal. O novo equipamento surge no âmbito do primeiro curso vocacional secundário para técnicos na área dos contact centers a ser lançado em Portugal.
Esta formação vem contribuir para colmatar a necessidade de quadros intermédios qualificados no setor dos contact centers, que em Portugal emprega mais de 55 mil pessoas em mais de 400 contact centers, com um crescimento do emprego estimado em 9 por cento em 2014.

Neste contexto, a Escola de Comércio de Lisboa, em articulação com a PT Contact e a Associação Portuguesa de Contact Centers (APCC), concebeu e desenvolveu um curso de dupla certificação de nível 4, com a duração de dois anos e com uma forte componente prática, que irá abrir este ano as suas primeiras turmas com algumas dezenas de alunos.
“No Fórum de Empresários da Escola surgiu a necessidade de encontrar um novo perfil profissional que fosse de encontro às necessidades do mercado ao nível do atendimento e do contacto através de telefone, mail, vídeo, bem como da gestão da relação com o cliente”, afirma, em comunicado, Piedade Redondo Pereira, diretora da Escola de Comércio de Lisboa. “A ECL é hoje uma das entidades de referência no nosso país na formação inicial e ao longo da vida. Procuramos orientar os planos de estudos e dotarmo-nos de ferramentas que permitam responder às necessidades do tecido empresarial e antecipar a necessidade da existência de novas competências”.
A forte componente prática e de ligação ao tecido empresarial do novo curso exprime-se pela importância dos estágios em empresa, pela presença de profissionais do setor como formadores e pela formação prática em ambientes reais, de que o novo contact center pedagógico é um excelente exemplo, com uma sala completamente equipada com a colaboração da APCC, PT Contact, mpg, Plantronics e Altitude Software.
“A colaboração com as associações setoriais e o investimento na profissionalização, evolução e valorização do setor dos centros de contacto faz parte do ADN da Altitude Software”, refere, no mesmo documento, Raquel Serradilla, vice-presidente da Altitude Software para a Europa do Sul. “Temos uma politica consistente de apoio à formação nesta área e a iniciativas que valorizem os profissionais do setor. E é com grande prazer que apoiamos esta iniciativa inédita num setor em crescimento e que se está a qualificar e a começar a distinguir pela excelência e pelo valor acrescentado”.

Fonte: B!Tmagazine

AmadoraBD celebra 100 anos de Quim e Manecas

Até 08 de novembro, o AmadoraBD estará no Fórum Luís de Camões com várias exposições, feira do livro de BD e ilustração, encontro com autores e sessões de autógrafos. Há ainda exposições espalhadas pela Amadora e também por Lisboa e Almada.
Para a direção do festival, a banda desenhada de Stuart Carvalhais, Quim e Manecas,
é "absolutamente vanguardista na história da banda desenhada europeia". A exposição central contará ainda com desenhos originais ou reproduções autorizadas que registam personagens como Mafalda, Calvin, Little Nemo e Charlie Brown.
Destaque ainda para a exposição 'Putain de Guerre - A Guerra das Trincheiras', do autor francês Jacques Tardi, que está já patente na Bedeteca da Amadora. O autor também estará este fim-de-semana em Portugal.
No Fórum Luís de Camões será possível ainda folhear algumas dezenas de livros, fanzines e revistas de banda desenhada que compõem o ano editorial português dos últimos meses.
                                                                                                                                                                                     Fonte: Noticias ao Minuto

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Um dia de chuva

Um dia de chuva é tão belo como um dia de sol.
Ambos existem; cada um como é.


Alberto Caeiro, in "Poemas Inconjuntos"
Heterónimo de Fernando Pessoa